terça-feira, 28 de dezembro de 2010

2010: O ano da consolidação de uma era

Fim de ano é sempre assim: realizamos uma retrospectiva do ano que está acabando e traçamos nossos planos para o ano que está por vir. Bueno, vou tentar seguir nesta linha de raciocínio, com uma pequena diferença que é a de fazer uma retrospectiva dos últimos 8 anos, na tentativa pretensiosa de demarcar este período como uma nova era para nosso país.

Os últimos 8 anos, período esse que coincide com o início da era Lula, foram anos onde alguns paradigmas foram superados por outros, num processo dialético de transformações no mundo inteiro. Em 2002, saíamos de praticamente duas décadas onde o neoliberalismo era o paradigma dominante e a concepção de Estado Mínimo foi vitoriosa, não obstante os gritos dos movimentos sociais e dos partidos políticos contrários a este projeto. Foram vinte anos de sucateamento do Estado, de privatizações, de queda da qualidade na educação, na saúde e, consequentemente, da qualidade de vida da população. E isto não ocorreu por acaso ou por meros equívocos técnicos por parte de quem estava no governo. Isto ocorreu por que fazia parte do projeto de sociedade daqueles que governaram este país por muitos anos, fazendo dele o paraíso de poucos e o inferno de muitos. Felizmente, parece que este tempo foi definitivamente enterrado no ano de 2010, embora eu não queira dizer com isso que os nossos problemas foram todos resolvidos. Mas o que começou em 2002 e, na minha modesta opinião, foi consolidado em 2010, é o amadurecimento da população brasileira em relação ao projeto de sociedade que não serve para nosso país, e também em relação aos direitos elementares que nos foram negados durante muitos anos. Me refiro aqui ao direito à alimentação, à saúde pública, à educação pública em todos os níveis, direito a sermos donos das nossas riquezas e não vendê-las a preço de banana aos estrangeiros e também ao direito de decidirmos nosso próprio futuro, sem termos que consultar os EUA sobre o que eles acham disso ou daquilo. Resumindo, direito a termos um país soberano e mais justo para todos. Isso tudo começou em 2002, mas ainda temos muito o que fazer daqui pra frente.

Feita a retrospectiva, que tarefas teremos nós para os próximos anos? Penso que primeiramente é ampliarmos algumas questões, como a distribuição de renda, o fortalecimento do Estado, o acesso à universidade, seja através do ProUni ou do aumento das vagas nas universidades federais, entre outras. Mas fundamentalmente, precisamos começar a aprofundar as mudanças estruturais que o Brasil tanto necessita. Não conseguiremos aqui neste texto detalhar uma por uma, mas quero pelo menos citar as que para mim são indispensáveis: reforma urbana, reforma agrária, reforma política, democratização da mídia, do judiciário e das forças armadas e também uma reforma tributária. Para atendermos a todas essas demandas, é preciso muito mais do que boa vontade por parte do novo governo que tomará posse no primeiro dia do ano e que terá à frente uma mulher que já provou para todos que não tem medo de enfrentar os poderosos deste país. Será preciso, acima de tudo, muita mobilização social, pois alguns temas enfrentarão forte resistência dos setores mais conservadores da nossa sociedade, como por exemplo a democratização da mídia, do judiciário e das forças armadas. Entretanto, sem cumprirmos estas tarefas, será impossível termos uma país realmente justo, assim como não é possível obtermos justiça social com tantos latifúndios improdutivos no país, ou com tanta especulação imobiliária nas cidades. Também não podemos esquecer que não é justo que os pobres paguem o mesmo, ou muitas vezes mais impostos do que os ricos.

Como vimos, não são poucas as nossas tarefas para o próximo período. Então, mãos à obra, pois coragem a gente já demonstrou ter. Afinal, já fazem oito anos que a esperança venceu o medo.

Paulo Amaro Ferreira
Acadêmico de História
Coordenador de Assistência Estudantil do DCE 

A culpa é sua

Quem esteve presente na reunião do Conselho Municipal de Trânsito e Transporte no último dia 23 saiu de lá com uma impressão. A culpa pelo aumento das passagens é dos passageiros. É isso mesmo. Para a Prefeitura e para a Visate a passagem só está aumentando por que tem muito velinho usando ônibus, por causa da meia passagem dos estudantes e porque você, cidadão comum, anda pouco de ônibus. Até deu vontade de revirar os bolsos para ver se achávamos umas moedinhas para contribuir com a Visate.

O que ninguém falou, até porque os usuários não tinham direito a voz, é que o transporte público em Caxias só parece bom, mas não é. O número de passageiros está igual, porque o transporte público é ruim. Não que os ônibus sejam velhos ou sujos, é porque ele é ineficiente. Os ônibus atrasam, nos horários de pico estão sempre ultralotados e, nos corredores de ônibus, às vezes a pé você é mais rápido que o ônibus. Os próprios empresários reconhecem isso. A frota de ônibus fretados é maior do que a da Visate. Eles pegam o trabalhador na porta de casa e entregam na porta da empresa. Fazem isso mais barato. Claro que eles se beneficiam da falta de regulamentação no setor e aí há um leilão de valores, mas é prerrogativa da prefeitura legislar e fiscalizar esse setor.
As gratuidade aumentaram porque a população está ficando mais velha e mais e mais pessoas alcançam a faixa dos 60 anos. Só que a lei que dá gratuidade na faixa dos 60 a 65 anos é municipal e a Visate já sabia disso. Se topou as regras ou é mal administrada ou a prefeitura prometeu fazer algo que não conseguiu (no caso acabar com as gratuidades).

O número de estudantes transportados também é o mesmo. Isso é estranho já que o ensino superior na nossa cidade está em franca expansão. Como não aumentam o número de passageiros isso significa que aumenta o número de pessoas que usam carro. Essa tendência é notada diariamente pelos estudantes da UCS.

A prefeitura e a Visate argumentam, também, que não há reajuste há dois anos. Isso também é verdade, mas esquecem de dizer que no ano passado como ia pegar mais mal que bater em mãe reajustar as passagens quando já tinham dado uma renovação de contrato de presente para a Visate, o valor ficou igual. Esse ano tentaram mas não conseguiram revisar as gratuidades aí penalizaram a população com um reajuste superior a inflação.

Segundo o Coordenador de Finaças do DCE, Vinícius Postali, “Se o CMTT representa o controle social no transporte de nossa cidade, estamos perdidos” sentencia. Isso porque a prefeitura e os empresários exerceram seu extremo poder no conselho. O Executivo tem 6 cadeiras e os empresários mais 3. Isso já dá maioria para aprovar qualquer coisa. Como o conselho praticamente reúne-se 1 vez por ano e para aumentar as tarifas é um jogo de cartas marcadas. Vinícius questiona essa atuação do CMTT, “o Conselho deveria reunir-se para debater o congestionamento do Centro, da UCS, o desrespeito às leis de trânsito por parte motoristas, pedestres, fornecedores de serviço e propor soluções para isso, mobilizar a sociedade sobre a importância do tema”, finaliza.

Participaram da reunião 15 conselheiros, talvez quase todos não usem ônibus. Na platéia, sem direito a palavra as pessoas que usam o transporte público. O direito a palavra era feito aos gritos por algumas pessoas. Mais impressionante foi o DCE que tem cadeira no Conselho não poder participar, tudo porque a antiga gestão indicou os representantes para o CMTT depois que já tinha perdido as eleições (a posse dos conselheiros foi no mesmo dia da posse da atual gestão do DCE). Como não houve tempo para a nomeação a entidade ficou de fora. Mais um grande absurdo.

Um pequeno teatrinho foi feito entre a Visate e o Secretário de Transportes mas depois a votação foi matadora, 12 a 3. A reunião foi  assistida por uma platéia, embora pequena, mas representativa. Estavam presentes representantes do Sindicato dos Servidores, SindiServ, UAB, DCE, MTD e outros movimentos.

A proposta do DCE para o ano de 2011 será discutir permanentemente a questão do transporte público. Isso será um grande desafio já que as autoridades competentes não o querem fazer.

Fotos: Lisiane Zago/Assessoria de Comunicação SindiServ

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Respeito aos usuários e usuárias do transporte coletivo de Caxias do Sul

Publicamos abaixo dois textos sobre a proposta de aumento das passagens de ônibus que será discutida amanhã (23/12). O primeiro é uma nota pública aprovada pela Coordenadoria do DCE/UCS, a segunda é um texto elaborado pelo Sindiserv. O DCE estará mobilizado, juntamente com outras entidades, para um ato, em frente a Prefeitura Municipal, às 15h30min.

Nota Pública do DCE/UCS


O Diretório Central de Estudantes da Universidade de Caxias do Sul - UCS, declara ser contra ao aumento da tarifa de transporte urbano proposta pela VISATE. Consideramos o índice de aumento anunciado abusivo e destoante da qualidade do transporte oferecido pela empresa. A comunidade caxiense não possui acesso às contas da VISATE, portanto, não sabemos se este aumento é justificável ou não. Ademais, é notória a necessidade do aumento da frota de ônibus urbano em Caxias do Sul, principalmente nos horários de maior movimento, como no início da manhã, ao meio dia, no início da tarde e no fim da tarde. Os ônibus que se dirigem à UCS também estão em sua grande maioria lotados ao extremo e não achamos justo pagarmos uma tarifa que não condiz com a baixa qualidade do transporte a que somos submetidos.


Votar um aumento no fim do ano, quando toda a população está voltada às comemorações do Natal e Fim de Ano é oportunismo por parte do CMTT. Esse aumento deve ser discutido com a comunidade e não apenas aprovado no apagar das luzes. Estamos dispostos a discutir este assunto e também mobilizados e atentos aos movimentos do CMTT.

Diretório Central de Estudantes da UCS - Gestão 2011



Respeito aos usuários e usuárias do transporte coletivo de Caxias do Sul
O transporte coletivo é um serviço público que deve ser prestado pelo governo municipal. Em Caxias, esse dever é transferido a uma única empresa privada - Visate - que presta o serviço através de uma concessão. Cabe, então, a Prefeitura exigir qualidade, solicitar a ampliação de linhas e horários e, também, decidir sobre o valor da passagem.

O transporte público em Caxias apresenta várias qualidades. Por força do contrato a nossa frota tem que ser renovada periodicamente e dispomos de tecnologias que proporcionam maior conforto e praticidade. Porém nem tudo são flores. Várias linhas e horários sofrem com atrasos, superlotação e nos horários de pico os ônibus praticamente não andam no centro da cidade. Também temos a característica de que nossas linhas são relativamente curtas em comparação a grandes centros, como Porto Alegre.

Hoje pagamos uma passagem de R$ 2,20.  Agora, o Governo Sartori quer reajustar a tarifa para R$ 2,50! valor mais alto que o cobrado em Porto Alegre, que é R$ 2,45. Isso acontece no ano seguinte a renovação do contrato de concessão da Visate. A empresa reclama que o transporte de passageiros está estagnado a números de 2008. Isso se deve, em grande parte, pela utilização por parte das empresas de frotas alugadas para levar seus funcionários. Para essas empresas sai mais barato pegar o trabalhador na porta de casa e trazê-lo de volta, do que pagar o vale transporte e ter que conviver com os constantes atrasos dos ônibus urbanos.

Portanto a nova proposta "técnica" da Prefeitura, vai penalizar o cidadão comum, o trabalhador informal ou autônomo que irá desembolsar R$ 5,00 para se deslocar de seu bairro para trabalhar! Isso dá R$ 110,00 ao mês, só em transporte, o que representa 21,50% de um salário mínimo.

Portanto, o aumento das tarifas, caso ocorra da forma abusiva como a Prefeitura vem prometendo, vai apenas reiterar a política do Governo Sartori de aprovar "presentes de grego" no apagar das luzes de 2010, pois não esquecemos da criação da nova taxa de água e o do aumento do IPTU. E em janeiro, nos espera mais um aumento da tarifa da água...

Reivindicamos um transporte público de qualidade e acessível a toda a população caxiense!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Movimentação participa da rede de apoio ao WikiLeaks

Desde a semana passada a Movimentação é parceira do site de informação WikiLeaks. Esse portal de informação ficou famoso em 2010 por ter disponibilizado, na rede, informações secretas sobre a Guerra do Iraque e Afeganistão, inclusive um vídeo com militares assassinando a população civil iraquiana. Mais recentemente o vazamento de telegramas secretos da diplomacia americana gerou grandes açõe de repressão por parte, principalmente, do governo americano e seus aliados.

O WikiLeaks não é novo. Ele foi fundado em 2007 com o objetivo de ser um espaço para denúncias sobre governos e instituições. O site disponibiliza documentos originais, conseguidos muitas vezes de fontes anônimas, para que os leitores tirem suas conclusões sobre os conteúdos apresentados. O uso de fontes anônimas é uma característica do jornalismo investigativo e essa característica é inerente ao WikiLeaks.

Um dos motivos que gerou a criação do site, segundo seus fundadores, foi a percepção que eles tiveram que a mídia estava se tornando cada vez menos independente, negando-se a fazer as perguntas “difíceis” para os governos, corporações e instituições.

Como são independentes e não visam o lucro, a Fundação WikiLeaks torna-se um lugar para a livre circulação de informação e denúncias sobre os governos e outras organizações. A organização baseia-se na liberdade de expressão e informação, constante na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Por ter exposto ao mundo documentos que expunham os horrores praticados pelo governo americano nas guerras do Iraque e Afeganistão e por mostrar ao mundo a ingerência desse mesmo governo nos assuntos de outros paises, o WikiLeaks tem sofrido ataques constantes. As ações partem de grandes grupos empresariais como PayPal, Visa e Mastercard que se negam a repassar as doações a Fundação e também de empresas de hospedagem de conteúdo. Para evitar que o site saia do ar e que as informações se percam, iniciou-se um grande trabalho de constituição de “mirrors” do WikiLeaks.

Mirrors são cópias do site original exatamente com o mesmo conteúdo. A vantagem dos mirros é que as pessoas podem acessar o conteúdo usando endereços alternativos. Dessa maneira mesmo que o site original saia do ar todos os outros ficarão ativos.

É dessa campanha mundial que estamos participando. Pelo endereço http://wikileaks.movimentacaoucs.com.br a Movimentação participa como um dos mirrors do WikiLeaks no mundo. Já são mais de 1600 páginas que espelham todo o conteúdo do site original. Com essa ação estamos contribuíndo para uma imprensa verdadeiramente livre e a garantia da liberdade de informação.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Mobilização garante permanência dos descontos

Na manhã de hoje, ocorreu a última rodada de discussões sobre os descontos para as licenciaturas. Estavam presentes o Coordenador de Assistência Estudantil do DCE, Paulo Amaro Ferreira, o Diretor do Centro de Ciências Humana do DCE, Douglas Finger, o Diretor do Centro de Educação e Filosofia do DCE, Odair Camatti, representantes dos DAs de Biologia, História, Filosofia e Música. Representando a UCS estavam o Reitor, Isidoro Zorzi, o Pró-Reitor de Administração, Gilberto Chissini e o Prefeito da Cidade Universitária José Carlos Monteiro. 

Essa já era a terceira reunião que a nova gestão do DCE fazia com o reitor. A última proposta da reitoria era de que os descontos para as licenciaturas fossem de 20% a partir da 5ª cadeira. Essa proposta foi rechaçada pelos estudantes. Na reunião de hoje a UCS melhorou a sua proposta: seriam 10% de desconto na 3ª cadeira e 20% de desconto para quem cursasse 4 cadeiras ou mais disciplinas. 

Os representantes dos estudantes não aceitaram a proposta, pois ainda assim não resolvia o problema dos estudantes fazerem mais disciplinas. Já passava do meio dia quando os estudantes presentes reafirmaram a proposta de desconto de 20% a partir de 3 cadeiras. Nesse momento o reitor apresentou uma outra proposta. Nela o desconto seria de 25% para quem faz 4 ou mais cadeiras e de 10% para quem faz 3. 

"Não foi o ideal mas foi bastante próximo do que queríamos", afirmou o Coordenador de Assistência Estudantil do DCE, Paulo Amaro Ferreria. Segundo o dirigente a proposta ainda não é a ideal, mas apresenta avanços. "Se o estudante se matricular em 4 cadeiras pagará 3 no final, para quem consegue ficou bom, o problema é para quem só conseguia fazer 3", aponta. 

O próximo passo será um acompanhamento maior das contas da UCS. "Não queremos ser pegos de surpresa como esse ano. É dever do DCE exigir a transparência da reitoria", finaliza.

Essa vitória, mesmo que não integral, foi uma demonstração de que quando o DCE está ao lado dos estudantes conseguimos garantir nossos direitos.

Por que as licenciaturas são importantes?

A resposta é facílima: porque TODOS os bacharéis, tecnólogos e licenciados TÊM que passar por professores para chegar à faculdade! Se não existir mais professores, não haverá ensino básico, e se não houver ensino básico, quem dirá SUPERIOR???

As pessoas que optam por licenciaturas, por serem professores, já são escassas. E, com essa ideia da UCS de remover os descontos para as licenciaturas, quem ainda vai ter vontade de fazer uma licenciatura? Já houve anos em que não saíram vestibulares das licenciaturas (o meu, por exemplo, não foi autorizado pela antiga pró-reitora de graduação, profa. Nilva – esse foi o motivo de eu votar no Zorzi, e agora ele me vem com essa?). Quase que esse ano não sai de novo os vestibulares. Assim, os CCH e o CCHE (CARVI), dentro outros, vão ser extintos, o que resultaria em demissão de vários professores e funcionários desses centros (até acho que a UCS vai gostar: imagina quantas pessoas vão deixar de pagar?).

Mas o mais importante é que, sem licenciaturas, sem incentivo aos alunos e profissionais (tanto no que diz respeito à UCS, como ao governo – mas essa é outra briga), não haverá mais professores (num futuro não muito longe). E, sem eles, não haverá mais advogados, administradores, engenheiros, reitores... Por quê? Porque eles nunca sairão do ensino básico! Ou melhor, nem entrarão: não há mais professores!
Resumindo: os descontos são importantes, sim, para incentivar essa profissão que, cá entre nós, não tem incentivo, e que só alguns mais preocupados com o futuro da educação querem cursar.

Só desconto para quem cursar 5 disciplinas? Ah, tá, como se nenhum estudante tivesse que TRABALHAR para conseguir pagar as cadeiras, que, por sinal, sofrem reajustes (eufemismo) todo ano. E me digam: nós, trabalhadores, sofremos “reajustes” nos salários? Bom se fosse...! Mas, além de ter que trabalhar para pagar as cadeiras, fazendo as 5 cadeiras para conseguir um desconto, de onde vão tirar TEMPO para estudar? (talvez a UCS queira as reprovações: vão ter que fazer as cadeiras de novo, ou seja, vão ter que PAGAR de novo!) Ah, esqueci! “Tu faz o quê de madruga?” Será que tem ainda professor imoral, insensível e inescrupuloso a ponto de dizer tal blasfêmia? Como vamos aprender sem deixar tempo para o cérebro repor as energias e armazenar as informações? (Diga a esse professor estudar mais biologia e ver o quão importante é dormir para o aprendizado.)

Só há contras nesse aumento. Me diga um pró, se houver? Normalizar as finanças?  Só há esse jeito? Que tal vender rifa? Não é assim que as entidades arrecadam dinheiro?

E um P.S.: que bela “Entidade Beneficente de Assistência Social” (Comunitária) tirando o desconto de uns alunos para dar bolsas para outros... Isso é que assistência social!!!

Acadêmico de Letras da UCS/Carvi

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ainda não há definição sobre o desconto para as licenciaturas

Estudantes não cedem em reunião com Reitor e nova rodada de negociações marcada

A reunião da última sexta feira (03/12) para discutir os descontos para as licenciaturas não avançou. Estavam representando os estudantes integrantes da Movimentação (que tomariam posse horas depois), representantes dos DAs de História, Filosofia, Biologia, uma delegação do DA de Pedagogia de Bento Gonçalves, além de estudantes dos cursos de Farmácia e Direito. 

Os acadêmicos levaram a posição discutida em uma assembleia realizada no bloco H no dia anterior. Na assembleia os estudantes não aceitaram a proposta da reitoria de conceder o desconto para quem cursar 5 ou mais disciplinas (20 ou mais créditos). A opinião majoritária é de que isso significa, na prática, não dar desconto para ninguém. "Se o argumento da UCS é que a média de cadeiras não é muito superior a 3 por estudante, elevar para 5, é irreal", afirma Paulo Amaro, coordenador de assistência estudantil do DCE.

Também foi argumentado pelos estudantes que na prática a retirada dos descontos representaria uma receita menor, pois haveria uma diminuição na contratação de cadeiras por parte da maioria dos estudantes. Os estudantes que estavam presentes da reunião foram unânimes: Não abrir mão do desconto a partir das 3 cadeiras. Isso representa o acúmulo do debate que fizemos com os estudantes, tanto aqui em Caxias, como também em Bento Gonçalves. Deixamos claro nossa posição e também que nos mobilizaremos, caso nossa proposta não seja levada em conta.

Uma nova e ultima reunião foi marcada para quarta feira que deverá definir qual será o critério de desconto que será adotado. Essa reunião será definitiva pois a contratação de disciplinas inicia na sexta feira. 

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Posse da Gestão 2011 do DCE/UCS


Data: 3 de Dezembro, Sexta-feira

Local: Centro de Convivências UCS
Horário: 19h

UCS faz proposta "indecente" para as licenciaturas

Na tarde de ontem a Movimentação esteve reunida com o Pró Reitor Administrativo, Gilberto Chissini, e o Vice Reitor José Carlos Köche, para tratar dos descontos para as licenciaturas. Estiveram presentes Paulo Amara Ferreira, futuro coordenador de Assistência Estudantil do DCE, Odair Camati, futuro Diretor do Centro de Educação e Filosofia do DCE e Gleyson Oliveira, do DA de Filosofia. A reunião foi inicialmente marcada pela atual gestão do DCE por Você, que não mandou nenhum representante.

A Movimentação começou a reunião com um relato de como anda o diálogo com a Reitoria e qual o acúmulo do debate que sem tem até agora, lembrando também que já ocorreram duas reuniões na Comissão de Educação da Câmara de Vereadores.

Colocamos que se os descontos para as licenciaturas não possuem o critério de renda, outros descontos oferecidos pela UCS, como os concedidos para os filhos dos funcionários e professores e como o recém criado desconto família, também não possuem esse critério. Foi também argumentado pela Movimentação, que os descontos para as licenciaturas representam apenas 1% do orçamento da UCS, que é de aproximadamento 200 milhões de reais. Desses 1%, que em valores chega a R$ 2 milhões, a metade é dos cursos das exatas, que têm 30% de desconto nas mensalidades, e a outra metade são das licenciaturas das humanas, que possuem 20%.

Como a universidade já confirmou que os descontos das exatas não irão ser retirados, significa dizer que os descontos para as demais licenciaturas representam apenas, pasmem, 0,5% do orçamento da UCS.

Diante disso, colocamos que a Movimentação está disposta a discutir o orçamento em conjutno com a UCS e buscar outras maneiras de viabilizar os descontos para as licenciaturas, pois acreditamos que podemos achar onde retirar 0,5% do orçamento da UCS, sem mexer nos descontos para as licenciaturas.

Para encerrar a reunião, depois de os representantes da UCS nos apresentarem a situação de penúria em que a UCS se encontra, nessa hora quase passamos o chapéu para contribuir um pouco mais com a UCS, eles colocaram a seguinte proposta: a UCS não propõe mais a retirada dos descontos para as humanas, desde que o desconto seja para quem cursar 5 ou mais cadeiras (20 créditos ou mais), atualmente é para 3 cadeiras (12 créditos).

Nossa posição é de total contrariedade a essa proposta por que ela significa, na prática, o fim do desconto. Pelo perfil dos estudantes de licenciaturas das humanas, poucos são os que conseguem cursar mais do que 3 cadeiras, e cursar 5, pagando 4, seria inviável

Mas a discussão não está encerrada. Foi marcada outra reunião para o sexta feira (03/12) às 15:30 com a presença do Reitor Isidoro Zorzi.

Nota de Falecimento

É com muito pesar que a Movimentação informa o falecimento de João Alberto Berthier Vieira, o Betinho, ocorrido hoje.

Betinho teve uma grande relação com o movimento estudantil, e com os estudantes da UCS, por ter sido, por muitos anos Coordenador da Coordenadoria de Relações Universitárias. Como suas atribuições estavam as coordenações dos programas de bolsas de estudo, estágios e ainda auxiliava os Diretórios Acadêmicos na realização de diversas atividades.

Era figura sempre presente nas eleições do DCE. Betinho já estava aposentado da UCS.

O velório está sendo na sala 2 das Capelas Cristo Redentor e o sepultamento será no Memorial Crematório São José, hoje às 17h30min.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

UCS tem pedido de renovação de filantropia indefirido

O que era uma possibilidade muito ruim, virou uma realidade preocupante. Foi publicado no Diário Oficial da União a portaria Nº 1.994, de 24 de novembro de 2010, da Secretaria Nacional de Educação Superior do Ministério da Educação.

Nessa portaria o pedido de renovação do certificado de filantropia é negado pois a UCS estaria descumprindo a legislação da filantropia e a do ProUni. A nova lei da filantropia foi a que obrigou a UCS a criar as bolsas de estudos que foram selecionados no primeiro semestre desse ano.

A decisão ainda cabe recurso, mas caso a universidade não retome o filantropia a conta acabará sendo paga pelos estudantes. Com o certificado de filantropia a universidade não paga alguns tributos, como o INSS patronal. Se esse valor tiver que ser pago pela a UCS as mensalidades, o único jeito que a UCS tem para arrecadar, sofreram um impacto maior que 12%.

A Movimentação já entrou em contato com a Reitoria para obter esclarecimentos sobre a situação já que o reajuste das mensalidades desse ano era, justamente, para cobrir o custo extra da nova lei da filantropia.

Veja aqui a página do DOU com a portaria

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Eleições tensas para o DCE da UFRGS

Algumas pessoas que estão fazendo essa confusão lá estavam nas eleições do DCE da UCS na semana passada. A desorganização da comissão eleitoral era semelhante. Graças a muita mobilização não tivemos o mesmo resultado da UFRGS.

A Comissão Eleitoral e os representantes da Chapa 1 promovem momentos de tensão
Escreve Alexandre Haubrich do blog JornalismoB:

Eleições para DCE da UFRGS ameaçadas por gestão atual
Chapa da situação ameaça processo eleitoral com seguidas tentativas de impugnação

Se a campanha presidencial de 2010 foi marcada pela baixaria e por polêmicas, a eleição para o Diretório Central dos Estudantes de uma das maiores universidades do sul do país vai no mesmo caminho. Depois de sofrer sucessivas denúncias de corrupção, ameaçar impugnar a candidatura da principal chapa de oposição, a Chapa 3 – UFRGS Pública e Popular, a gestão atual do DCE da Universidade Federal do Rio Grande do Sul tenta agora impugnar o próprio pleito. As eleições começaram nesta segunda-feira, com votações nos dias 22, 23 e 24.

Circulou na imprensa local a informação de que, em uma reunião na noite da última sexta-feira, a Comissão Eleitoral teria aprovado a impugnação da Chapa 3, pois alguns de seus membros teriam agredido o presidente da Comissão, Adrio de Oliveria Dias, durante manifestação na manhã de sexta.

Adrio afirma que foi agredido por integrantes da Chapa 3 com socos e pontapés, tendo registrado, inclusive, Boletim de Ocorrência. Porém, os vídeos da manifestação mostram a saída do estudante com grande tensão, mas sem agressões. O estudante de jornalismo e integrante da Chapa 3, Rodolfo Mohr, um dos acusados de agredir Adrio, garante que o presidente da Comissão não foi agredido, apesar de ter passado hostilizando os manifestantes.

Mais tarde, confirmou-se que a impugnação na verdade não chegou a oficializar-se. Porém, a imprensa local já havia divulgado amplamente a “notícia”, contribuindo para causar confusão entre os estudantes aptos a votar.

Votação começa com confusões, agressões e novas ameaças
O primeiro dia de votação foi tenso. Qualquer pessoa estranha nos entornos das urnas causava expectativa. Mesmo assim, uma grande quantidade de estudantes já compareceu às urnas. Para votar, é preciso apenas o cartão da UFRGS e a senha correspondente.

Dois episódios, porém, tentaram macular o ambiente democrático buscado por três das chapas, a 2, a 3 e a 4. Ligados à Chapa 1, os ex integrantes da Comissão Eleitoral Adrio de Oliveria Dias, Claudia Thompson e Leonardo Pereira teriam ido ao Ministério Público tentar impugnar a eleição. Nenhuma notificação foi recebida por qualquer das chapas concorrentes.

Na urna em frente à Faculdade de Educação (FACED), outro problema. Segundo Nina Becker, estudante de Ciências Sociais e apoiadora da Chapa 3, uma integrante desta mesma chapa foi agredida com um soco por Cleber A. G. Machado, integrante da Comissão Eleitoral indicado pelo Diretório Acadêmico da Computação, ligado à situação. Além disso, ainda de acordo com Nina Becker, Cleber teria quebrado um vidro e rasgado as atas de votação, antes de sair do local preso pela segurança da UFRGS.

Formação da Comissão Eleitoral cercada de manobras

No dia 16 de setembro, os Centros Acadêmicos, responsáveis por garantir as eleições, formaram uma Comissão Eleitoral, que lançou um edital. Duas semanas depois, o DCE chamou nova reunião, na qual a proposta era retificar o calendário acertado no dia 16. Com a presença de 26 CA’s, o DCE se retirou da reunião, para, uma semana mais tarde, lançar um novo edital. Esse edital trazia novas regras, que subiriam os custos da campanha e dificultariam a inscrição de chapas maiores, como a 3. Por exemplo, a necessidade da presença de todos os integrantes das chapas no momento da inscrição e a obrigação de registrar todos os documentos de identidade dos apoiadores em cartório.

Mas o ponto mais polêmico defendido pela atual gestão do DCE era a votação pelo site da UFRGS, considerada insegura pela própria Reitoria da Universidade, por permitir que qualquer estudante votasse com a senha de outro. Além disso, o Estatuto do DCE prevê que o votante precisa apresentar um documento e assinar lista presencial. Caso a eleição ocorresse via internet, o temor é de que qualquer estudante vinculado a UFRGS poderia recorrer a Justiça e impugnar o pleito. Um acordo, por fim, uniu as duas comissões eleitorais e definiu a eleição por urna eletrônica, como na disputa pelo cargo de reitor.

A gestão do DCE, porém, mudou de ideia, e voltou a defender que o processo se realizasse via internet. A Reitoria da Universidade se demorava a liberar as listas de estudantes matriculados, impreterível para que a eleição fosse realizada, e uma manifestação foi convocada pela Chapa 3 para a última sexta-feira, na Secretaria de Atendimento Estudantil. O protesto reuniu cerca de 100 estudantes. Confirmada, enfim, a liberação das listas, Adrio, citado como um dos obstáculos para o processo eleitoral em um relatório que os estudantes pretendiam entregar, saiu pelo meio dos manifestantes.

Impugnação não foi comunicada oficialmente

Já no sábado, Rodolfo afirmava que a notícia da impugnação da candidatura poderia ser apenas um factóide, apenas mais uma manobra. A medida não foi comunicada oficialmente a Chapa 3, foi apenas vazada para a imprensa local. Para Rodolfo, seria mais uma forma de confundir os estudantes. “Mais uma” porque, no site da Comissão Eleitoral, os números das chapas 2 e 3 estão invertidos, segundo Rodolfo, deliberadamente.

Iur Priebe de Souza, um dos coordenadores da campanha da Chapa 2, critica as atitudes da Comissão Eleitoral e da atual gestão: “Estão querendo impugnar uma chapa por fatos que nem foram apurados. Isso é um abuso. Essa judicialização do processo é ruim para os estudantes. Precisam ganhar com programas e projetos, é isso o que tem que ser discutido”, afirma.

Gestão marcada por acusações de corrupção

No meio do ano, o advogado da atual gestão do DCE, Regis Coimbra, denunciou apropriação indébita de R$ 5 mil da entidade, pelo presidente Renan Pretto e o diretor de Relações Institucionais, Marcel van Haten. A investigação dos Centros e Diretórios Acadêmicos que se seguiu à denúncia apontou ainda outras irregularidades, como o favorecimento de amigos e familiares dos membros da gestão e remuneração desses mesmos membros, o que é vedado pelo Estatuto do DCE. [Ver AQUI]

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Movimentação vence as eleições para DCEUCS

Encerrou na madrugada de hoje a contagem de votos das eleições do DCE/UCS. O resultado geral foi:

Chapa 1 - Movimentação: 2.350 (42,17%)


Chapa 2 - DCE por Você: 1.753 (31,46%)

Chapa 3 - Hora de Avançar: 1.343 (24,10%)

B/N: 127 (2,27%)

Total: 5.573 (100%)
 
Em breve traremos mais informações sobre o processo e os mapas das urnas

terça-feira, 16 de novembro de 2010


Vote nos dias 16, 17 e 18 de Novembro.
Urnas em todos os Blocos, Campi e Núcleos

A campanha chegou ao fim. Agora é o momento da votação. Não fizemos cam­panha só por duas semanas. Estivemos presente no dia a dia a UCS.

Quando o Conselho Diretor não respei tou a vontade da comunidade universi tária estávamos lá para mostrar nossa contrariedade.

Quando a UCS reajustou as mensalida des em 7,94% estávamos lá para cobrar a tão falada “gestão eficiente” que o Reitor Zorzi tanto alardeia.

Quando a UCS quiz retirar os descontos para as licenciaturas estávamos lá mo­bilizando nossos colegas.

Se não alcançamos vitórias é porque em todos esses casos o nosso DCE esteve ao lado da Reitoria. Você pode mudar is so nessa semana. Nos dias 16, 17 e 18 teremos eleições do DCE. Pedimos o seu voto para a Chapa 1– Movimentação, não espera acontecer. Assim vamos re cuperar o DCE para os estudantes e ga rantir nossos direitos.

Ao lado você pode conferir nossas pro­postas, se ainda não teve acesso a elas.
Com certeza não trairemos o voto de confiança que você depositar na nossa chapa.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Contra o aumento abusivo das mensalidades

Mais uma vez chega o final do ano na UCS e os estudantes são chamados a pagar a conta dos furos da UCS. O motivo disso é que a UCS não se preparou para o aumento das despesas com a nova lei da filantropia. Aí, depois de dormir no ponto a Reitoria decidiu aumentar as mensalidades em 7,94%, um aumento decidido na calada da noite, sem debate, e aprovada pelo já conhecido e sacana dos estudantes, Conselho Diretor. Outros grupos que também são responsáveis são nossos “colegas” do atual DCE, que ficam dizendo que foram contra o aumento, mas na verdade não fizeram nenhum movimento, nem antes, nem depois, para buscar diálogo com a Reitoria.

Por conta disso tivemos um dos mais altos aumentos de mensalidade dos últimos 10 anos!!

Para piorar as Licenciaturas ainda correm o risco de perder o desconto de 20%!

Atualmente somos responsáveis por mais de 90% do caixa da UCS!! E se pensamos em nossos salários, o aumento passa bem longe desses valores, fazendo com que alguns estudantes tenham que parar de estudar, cursar menos cadeiras, e ficar anos intermináveis na UCS.

Primeiro faz propaganda, depois cobra!

Para se reeleger reitor Isidoro Zorzi, atual reitor, fez uma grande campanha de mídia sobre as bolsas de estudo que a UCS abriu no 1º semestre desse ano. Essas bolsas eram necessárias para que a universidade continuasse dentro da nova lei da filantropia. Nesse semestre a história mudou. Agora o mesmo reitor alega que essas bolsas é que são responsáveis pelo reajuste das mensalidades. Isso é uma mentira! Sem a filantropia as mensalidades seriam ainda mais caras! Por conta disso, nós da MOVIMENTAÇÃO mobilizamos os estudantes para se manifestarem. Mais uma vez o atual DCE ficou omisso, apareceu no final do ato e tem até medo de aparecer nas fotos. Agora tenta passar em sala dizendo que foram responsáveis por um índice menor, ISSO É MENTIRA! QUE BARBARIDADE!!

UCS não terá investimentos!

Para quem acha que esse reajuste é para investir na UCS, se engana. Será zero o investimento em laboratórios, biblioteca, pesquisa, e por aí vai. A únca forma de acontecer o contrário é a UCS fazer um grande corte de gastos, e isso significa a demissão de professores e funcionários. Essa situação começa a comprometer a qualidade de ensino de nossa universidade.

Você sabia?

Até agosto desse ano o ARRECADADO com as mensalidades estava 8,4% a mais que em 2009 Porém a DESPESA é 10,5% maior?

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Pagamos o mesmo valor, queremos o mesmo direito!!

A UCS possui mais de 30 mil estudantes com origem em dezenas de do RS. Hoje a Universidade tem 2 campi, Bento e Vacaria, com a Cidade Universitária em Caxias, além de 6 núcleos: Farroupilha, Canela, Veranópolis, Nova Prata, Guaporé, São Sebastião do Caí.

A Chapa 1 Movimentação entende que todos estudantes da UCS têm direitos iguais e devem receber o melhor de nossa universidade. Defendemos que os investimentos devem fortalecer os diferentes núcleos e campi da UCS, buscando qualificar a educação oferecida, pois na hora de pagar a conta os estudantes não possuem diferença de tratamento.

É preciso que os estudantes de Campi e Núcleos possam ser parte das decisões e rumos da Universidade. Para conquistarmos esse direito é importante que os Diretórios Regionais e os Diretórios Acadêmicos se fortaleçam e atuem dentro da UCS. Um de nossas bandeiras para isso é a Eleição para Diretor/a de Campi e Núcleo, hoje indicados pelo Reitor. Queremos a abertura do orçamento, do que é arrecadado pela Universidade, para fiscalizar a execução e também decidir como serão feitos os investimentos.

Somente assim poderemos dizer que cada estudante da UCS é tratado de forma igual.

E queremos também um DCE mais presente em todos os locais, e por isso propomos:
  • Eleições para Diretores de Campi e Núcleos, Diretores de Centro e Coordenadores de Curso;
  • Abertura das planilhas orçamentárias de todos os locais;
  • Participação dos/as estudantes na definição dos investimentos da UCS;
  • Formação de Conselhos de Estudantes de diferentes cidades; 
  • Apoio nas atividades dos DREs e DAs de todos os Núcleos e Campi; 
  • DCE atuante e presente, que passe me sala durante a gestão para dialogar ccom os estudantes; 
  • Aumento das bolsas de pesquisa e extensão para todas as Unidades da UCS.
Propostas específicas
CARVI – Campus Universitário da Região dos Vinhedos, Bento Gonçalves
  • Construção do Restaurante Universitário;
  • Construção do Centro de Convivência.
CAMVA – Campus Universitário de Vacaria
  • Asfaltamento do estacionamento;
  • Construção de mais uma lancheria;
  • Aumento da Biblioteca.
NUVALE – Núcleo Universitário do Vale do Caí, São Sebastião do Caí
  • Melhoria da sinalização e estrada na entrada do Núcleo
  • Melhoria dos laboratórios
  • Construção do auditório
NUFAR – Núcleo Universitário de Farroupilha
  • Melhoria na estrutura em geral;
  • Atualização dos laboratórios de informática;
  • Ampliação da Biblioteca.
NUPRA – Núcleo Universitário de Nova Prata
  • Definição do 'problema' jurídico que envolve o prédio do Núcleo;
  • Aumento do número de salas de aulas e laboratórios. 
NUGUA – Núcleo Universitário de Guaporé
  • Luta pela volta do Núcleo ao centro da cidade.
NUCAN - Núcleo de Canela
  • Estacionamento;
  • Centro de convivência;
  • Mensalidade diferenciada;
  • Colocar Wirelles em todo o núcleo.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Jantar de Apoio e Confraternização



Convidamos todos os colegas para participarem dessa atividade. A campanha está crescendo todos os dias. Rumo a vitória nos dias 16, 17 e 18 de novembro.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Estudantes de Pedagogia protestam no CARVI

Estudantes da Pedagogia(Geografia, Educação Física, Letras) de Bento Gonçalves protestaram contra o final dos 20% de desconto para os estudantes dos cursos da categoria, na noite desta terça-feira. Aos gritos de "ai, ai, ai, empurra o Zorzi que ele cai", menção direta ao reitor da Universidade de Caxias do Sul, Isidoro Zorzi, os alunos dos cursos reuniram-se na entrada do Bloco J, onde o presidente do Diretório Acadêmico de Pedagogia, João Roberto Ramos, leu o manifesto entregue aos administradores da UCS - CARVI (Campus Universitário da Região dos Vinhedos).

"A nossa intenção é que a UCS nos dê uma resposta. Será que será mesmo retirado os 20% de desconto? Não é? Quem será prejudicado com tudo isso somos nós estudantes. Nós temos deveres para com a faculdade, que é de pagar em dia a mensalidade, mas quais os nossos direitos? ", pronunciou-se Campos aos alunos. "Uma coisa o protocolo de Caxias nos passa. Outra, é o protocolo de Bento, que a queda dos 20% não é verdade. Depois do leite derramado não adianta mais", concluiu ele, em meio aos aplausos.

Vinícius Postali, que integra a Chapa Movimentação confirmou que a queda dos descontos de 20% está confirmada pelo reitor Isidoro Zorzi. "Além dos 20% a mais, vocês ainda terão de pagar o reajuste normal dos estudantes de quase 8%. Então são praticamente 30% de aumento na mensalidade de vocês", alertou.

Depois os manifestantes fizeram uma passeata até a frente da secretaria do Bloco J, onde continuaram o protestos. Todos os gritos dos estudantes faziam menção a má gestão de Isidoro Zorzi na UCS. "Estudantes na rua! Zorzi é culpa sua", gritavam eles. O protesto terminou pacificamente.




Com informações da RSCOM

Atitude fantastica vinda de Bento!

Ontem foi o dia de Bento parar e protestar contra o aumento de mensalidade e o fim do desconto das Licenciaturas, foi muito importante o movimento dos estudantes do Carvi, espelhado e motivado pelo ato feito dia 20 de outubro aqui na cidade universitária. Houve passagem em sala e uma caminhada por todo o campus. É bom lembrar q foi uma atividade chamado pelos DA's das licenciaturas!

O Darvin (DRE de Bento) não apareceu e o ato passou em frente da sala da entidade que estava fechada!

É bom lembrar que a eleição do DARVIN este ano ja esta sendo discutida judicialmente pela maneira que esta organizada. Foi recusada a inscrição de uma chapa de oposição!

O ato encerrou na frente da sala do DARVIN que estava fechada com a palavra de ordem: "Ih Cade, o DARVIN que sumiu!"

O "DCE por voce" não contou nada de novo ao dizer que esta mantido os descontos para os cursos de Biologia, Química, Matemática e Computação, essas licenciaturas não perdem seus descontos, não é conquista! É resolução do MEC! Essas são consideradas licenciaturas essenciais e portanto não perdem os descontos, é norma no MEC!

A pergunta é se as outras licenciaturas não são essenciais para a sociedade.

O "DCE por voce" nada fez para a discussão de licenciaturas, tanto que criticam o ato realizado aqui em Caxias e querem ser retirados das fotos do ato.

Que DCE é esse?

Pra que não acredita, aqui esta o link da opinião do coordenador de comunicação do "DCE por voce" sobre o ato
http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/impressa/11,3102563,1220,15862,impressa.html

Parabens ao DA de História que vem liderando essa discussão sobre as licenciaturas!

Saudações

Vinicius L Postali

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Aumento das mensalidades é discutido na Câmara de Vereadores

O aumento de mensalidades da UCS e a retirada dos descontos para as licenciaturas foram discutidos em uma reunião da Comissão de Educação da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul. A audiência foi marcada com o Presidente da Comissão, Eloi Frizzo (PSB) durante a homenagem aos 50 anos do Curso de História.

Representantes do DA de História e membros da Movimentação estavam presentes, mais uma vez, defendendo os estudantes. Os acadêmicos relataram sobre o processo de reajuste das mensalidades desse ano. A UCS aumentou as mensalidades em 7,94% e os descontos de 20% para as licenciaturas estão ameaçados. Essas duas discussões foram feitas em segredo pela Reitoria e pelo Conselho Diretor.

Para o representante do DA de História, Paulo Ferreira, o problema principal é que a direção da UCS não abriu aos estudantes espaço de participação nos debates das questões em pauta. Ele expôs, ainda, que o desconto, para as licenciaturas, foi uma conquista estudantil de 2006, por meio do Orçamento Universitário, e que, se efetivada, a sua retirada iria de encontro às condições financeiras da maior parte dos alunos.

Na mesma linha, o estudante de História Douglas Finger argumentou que certas decisões do Conselho Diretor da Universidade são tomadas sem o conhecimento das entidades que representam os estudantes. Segundo ele, tal atitude não condiz com o perfil de universidade comunitária. Em torno de 92% dos rendimentos da UCS advém das mensalidades. Dessa maneira, é um absurdo que os estudantes fiquem de fora das decisões sobre o orçamento e da prestação de contas, asseverou.

Um representante do DCE atual estava presente também e fez uma crítica muito tímida à Reitoria da UCS limitando-se a dizer que o corte de R$ 11 milhões nos gastos será insuficiente para garantir os investimentos necessários esse ano na UCS.

A posição da Movimentação é bastante clara, somos contra a retirada dos descontos para as Licenciaturas. Na nossa opinião essa não é uma reivindicação apenas econômica, ele é um incentivo para a formação de professores tão necessários para a construção de um país com melhores condições de vida.

A posição dos vereadores

A vereadora Geni Peteffi/PMDB, que participa da Comissão de Educação, considerou ser preciso ouvir as justificativas da universidade, para que a discussão avance. Também membro, Vinicius Ribeiro/PDT destacou que o fato de a universidade buscar novos critérios, na condução administrativa, não deve desencorajar aspectos como a procura pelas licenciaturas. Segundo ele, trata-se de demanda regional das instituições de ensino.

O vereador Marcos Daneluz/PT, que integra a referida Comissão, salientou que as mensalidades altas interferem, inclusive, na capacidade dos estudantes disputarem vagas no mercado de trabalho, em condições iguais aos acadêmicos de demais universidades.

Segundo Denise Pessôa/PT, as medidas da UCS, para frear os gastos, soam como retrocesso, nos avanços conquistados pela mobilização acadêmica. Ela defendeu a volta do orçamento universitário participativo.

Enquanto isso, Renato Oliveira/PCdoB enfatizou que a movimentação estudantil precisa continuar. Rodrigo Beltrão/PT chamou o Conselho Diretor da UCS à responsabilidade sobre a condução dos serviços da instituição, já que ele é o responsável pela escolha do reitor.

Ao término do encontro, Frizzo informou que tentará agendar um encontro com representantes da reitoria e do Conselho Diretor da Universidade.

Além do presidente Frizzo e dos parlamentares Geni, Daneluz e Vinicius, integra a Comissão de Educação o vereador Assis Melo/PCdoB.

Foto: Diego Netto
Texto: Redação do Blog com Assessoria de Comunicação da Câmara de Vereadores

E a Campanha continua

Foram já 4 dias de campanha para as eleições do DCE/UCS e as passagens em sala mostram que os estudantes estão indignados com a situação da UCS. A falta de democratização dos espaços internos da universidade, o aumento abusivo das mensalidades acima da inflação, um índice de 0% de investimentos, a retirada dos descontos para as licenciaturas e também por anunciar um corte de mais ou menos 200 professores. Vários alunos se mostraram indignados com a situação e relatam que o atual DCE nada fez contra todas as coisas que a Reitoria anunciou este ano.

Mas o Grupo Movimentação - Não Espera Acontecer nunca esperou de braços cruzados algo que a reitoria queria impôr, pelo contrário, o grupo sempre foi pró-ativo, com assembleias em vários centros, reuniões com alguns Diretórios Acadêmicos e mobilização de um ato contra o aumento das mensalidades. Fato esse, que em algumas salas, vários alunos se colocaram a favor do ato, dizendo que é uma forma de manifestação, e que as pessoas ainda possuem o direito de se manifestar. A aluna, foi contra os boatos em que alguns alunos dizem que ato é uma baderna.

Agora, ainda temos 1 semana de campanha e após, 3 dias de eleições. Ver o clima dos alunos quando a chapa Movimentação - Não Espera Acontecer é muito animador, e leva-nos a crer que o estudante quer mudança da atual situação da UCS.

Naiara Conterno - Enfermagem

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Comissão de Educação abordará o corte de gastos da UCS

Nesta terça-feira (09/11), às 14h, em sua reunião semanal, a Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, Cultura, Desporto e Turismo da Câmara Municipal de Caxias do Sul abrirá espaço para receber o Diretório Acadêmico do Curso de História da Universidade de Caxias do Sul (UCS). O presidente da Comissão, Elói Frizzo/PSB antecipa que o debate se voltará para o aumento, de 7,94%, a ser aplicado nas mensalidades da UCS, a partir de 2011. Disse que também será discutida a possibilidade do cancelamento do desconto, de 20%, aos estudantes dos cursos de licenciatura.

O reajuste e os cortes de gastos fazem parte das modificações propostas pela Reitoria da UCS, para a adequação à Lei da Filantropia, aprovada no Senado, em novembro de 2009. A referida legislação determina que as instituições filantrópicas ligadas à Educação apliquem 20% da receita anual em gratuidades da área de Ensino.

Frizzo informa que os representantes do Diretório Acadêmico virão à Câmara expor o problema e pedir o apoio do Legislativo.

A pauta da reunião de amanhã também prevê a participação do Trino Polo de Caxias do Sul. O Polo de Informática reúne empresas de diversos segmentos do setor no município. O grupo buscará o apoio dos vereadores para tentar resolver dificuldade no repasse de recursos, por meio de convênio com a prefeitura.

Além do presidente Frizzo, integram a Comissão de Educação os vereadores Assis Melo/PCdoB, Geni Peteffi/PMDB, Marcos Daneluz/PT e Vinicius Ribeiro/PDT.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Câmara de Vereadores

domingo, 7 de novembro de 2010

Um clima de movimentação continuará se espalhando pela UCS!

Na campanha para as eleições do DCE, nessa semana que passou, percebemos uma ótima receptividade dos e das colegas com quem tivemos a oportunidade de estar debatendo de forma crítica e propositiva a UCS. Ao apresentarmos nosso projeto de universidade democrática, de qualidade e voltada para a transformação da sociedade, notamos que vários/as colegas conhecem nossos propósitos, e também que existe uma grande adesão.

O conhecimento da realidade de nossa Universidade adquirido pelo constante debate, e participação ativa de nosso grupo nos espaços se alia a vontade de mudá-la e tem se tornado visível.

Além disso, temos uma boa representatividade de cursos em nossa chapa, o que percebemos tem proporcionado o diálogo com as diferentes demandas da universidade, imbricadas na realidade de cada curso e dos campi e núcleos.

Por isso, temos muitos apoios e outros vão surgindo a cada dia, e o nosso grupo vai crescendo. Nosso coletivo está bastante empolgado, mobilizado e organizado. Nessa segunda e última semana de campanha, estaremos buscando atingir o maior número de estudantes, em todos os espaços da vida acadêmica na UCS. Estaremos com novos materiais, com adesivos, faixas, camisetas e uma banca itinerante, para que possamos informar e divulgar de forma ampliada nossas propostas.

Concomitantemente estaremos participando de importantes ações para garantir interesses e permanência de conquistas estudantis, como os descontos das licenciaturas.

O grupo Movimentação – Chapa 1, não espera acontecer!

Agradecemos a todos e todas estudantes que estiveram debatendo a universidade nessa semana que passou, que dedicaram um tempo para ler nossos materiais, que nos fizeram questionamentos super importantes para qualificarmos nossas propostas.  Agradecemos também aos/as docentes e estudantes que permitiram a utilização de um espaço em suas aulas para nos receber. E a campanha com clima de movimentação continua...

Além disso, é importante mencionar a importância do empenho de cada um/uma que vem se agregando a esse coletivo, se dedicando à campanha e acreditando na vitória dos/das estudantes da UCS para 2011!

Daniela Anunciação

DEMOCRACIA DE LUTO! O dia em que 8 valeram mais que 10 mil

Relembrar é preciso. Por isso estamos republicando uma matéria sobre as eleições para Reitor da UCS. Ela foi feita quando o Conselho Diretor negou, a comunidade universitária, o direito de decidir sobre seu próprio futuro. Junto está também um vídeo feito na época sobre o processo de escolha para reitor. 




Nessa segunda, dia 29 de março, a democracia na UCS sofreu um duro golpe. O Conselho Diretor, formado por nove pessoas, optou por ignorar a opinião da Comunidade Acadêmica que consagrou como vencedora a Prof.ª Nilva Stedile com 50,17% dos votos. Participaram da Consulta 10.709 pessoas, entre professores, funcionários e estudantes. Na reunião de segunda, por maioria de 8 a 1, Zorzi foi reeleito ao cargo de Reitor da UCS. Essa decisão compromete o processo de democratização iniciado na UCS nos últimos anos, que tinha como centro a Eleição Direta para Reitor e a abertura do Conselho Diretor. Infelizmente o Conselho, de forma AUTORITÁRIA, não respeita a democracia, a transparência, e não respeita a opinião de quem constrói verdadeiramente a UCS: estudantes, professores e funcionários. A comunidade só conta na hora de pagar a conta ou de fazer marketing como “UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA”. PIADA!

Zorzi, nenhum compromisso com sua palavra

 Zorzi entrou pra história da UCS, infelizmente não por bons motivos! Foi o primeiro reitor eleito pela Consulta, mas também o primeiro a desrespeitá-la, por interesse próprio. Sua principal proposta quando concorreu a reitor era a Eleições Direta para Reitor. Não fez! Parece que sua veia antidemocrática foi mais forte. Além disso, no debate desse ano com os e a candidata disse que seu voto (já que faz parte do Conselho) seria de quem vencesse a Consulta. Não votou na Nilva, mas nele mesmo! Agora só falta os PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS que não apoiaram o Zorzi serem DEMITIDOS! ESTAMOS DE OLHO! A ditaduira militar no Brasil acabou, mas na UCS suas características continuam! Esse é o Reitor que merecemos? 

DCE CONTRA OS ESTUDANTES

Nesse processo não podemos deixar de falar do DCE. Vimos posturas atrapalhadas e suboridnadas à reitoria. O DCE não se colocou ao lado dos estudantes, pelo contrário, questionou a validade da Consulta e apoiou o atual Reitor. Mas será por quê?  Em troca, reberam do Zorzi apoio ao show que custará mais de 70 mil reais. Uma vergonha o que o grupo DCE por Você fez com a entidade.Sua postura de apoiar Zorzi foi totalmente diferente da vontade dos estudantes, que em peso apoiaram Nilva para reitora. 

CONSELHO DIRETOR

Sua opinião não vale nada para as oito pessoas que votaram em Zorzi. Na verdade só valemos pra pagar as contas da UCS través das mensalidades. Para decidir nos julgam incapazes. E pior, apenas o MEC que votou dividido (?) é que tem relação com a UCS, as outras entidades de nada contribuem, ou possuem relação com a UCS. A CIC por exemplo, que tem duas cadeiras, nunca contribuiu com um centavo. Veja quem são as pessoas que mandam em nossas vidas, mas que não querem saber nossa opinião:

Carlos Búrigo (suplente) - Prefeitura de Caxias do Sul
Paulo César Nodari - Mitra Deiocesa de Caxias do Sul
Ambrósio Bonalume (suplente) - Associação Fátima
João Paulo Reginatto - Câmara de Indústria e Comércio
Milton Corlatti - Câmara de Indústria e Comércio
Isidoro Zorzi - Reitor
Ildoino Pauletto - Gov. do Estado
Roque Grazziotin - Ministério da Educação

Quem votou à favor do resultado da Consulta:
 Dep. Marisa Formolo - Ministério da Educação

Agora é a vez dos estudantes mostrarem sua indignação! FAÇA ALGUMA COISA, REBELE-SE! POR QUE NO FINAL A CONTA QUEM PAGA É VOCÊ!

sábado, 6 de novembro de 2010

Movimentação a todo vapor!

Nossa campanha invade a cidade universitária. Nas salas, corredores, paradas e nos intervalos, os debates a cerca da UCS e do DCE aumentam a cada dia. Vemos que os estudantes desejam participar deste processo e diversos já anunciaram apoio à Chapa 1 – Movimentação “Não Espera Acontecer”. Em sala, os debates se acirram, pois os estudantes não aceitam as medidas arbitrárias tomadas pela reitoria, principalmente o aumento abusivo das mensalidades e o fim dos descontos para as licenciaturas. Outra questão bastante debatida é a composição do Conselho Diretor, que para os estudantes já não representa a diversidade da comunidade. A reitoria pensou que iríamos baixar a cabeça, mas o que percebemos a crescente mobilização dos estudantes, que com certeza refletirá no resultado das urnas em favor da Chapa 1 Movimentação.   

Diogo Martinelli e Paulo Amaro Ferreira