domingo, 11 de julho de 2010

Contribuição ao Debate III

Diretores de Centro e Coordenadores de curso: destituições e o futuro destes espaços

Nessa ultima segunda-feira, última semana de aula na UCS, surgiu uma notícia que vai de encontro aos princípios democráticos do país em que vivemos: o Prof. Paulo Gedoz de Carvalho – Diretor do Centro da Saúde (CECS) – foi destituído de seu cargo através de um memorando emitido pelo Reitor. É bom lembrar, que o Prof. Paulo foi eleito com mais de 86% dos votos de estudantes, professores e funcionários e seu mandato duraria até maio de 2011. Todos que conhecem a gestão do CECS reconhecem a transparência e a qualidade comprovada em avaliação interna da UCS.
Seria irônico se não fosse trágico, um Reitor derrotado pelas urnas retirar do cargo de Diretor de Centro um professor vencedor nas urnas. Há mais 100 dias a democracia na UCS era assassinada em prol de interesses obscuros e hoje mais um fato contribuiu para este crime. Será que todos os opositores do Reitor Zorzi serão perseguidos e retirados dos cargos dos quais foram eleitos? Podemos afirmar baseado no resultado das urnas que não sobrarão muitos, já que quase 70% dos votantes da Consulta Acadêmica rejeitaram o Prof. Zorzi para ser seu gestor.
Na posse do Prof. Zorzi, este proferiu as seguintes palavras: “vamos trabalhar juntos, privilegiando sempre os interesses da Instituição, acima de interesses pessoais ou de grupo”. O que percebemos é o oposto afinal não é só o Prof. Paulo que foi retirado do seu cargo por apoiar outra proposta de atuação da universidade, professores que se manifestaram em prol de outra candidatura na Consulta Acadêmica deste ano também estão sendo afastados dos seus cargos de gestão.
A Movimentação repudia mais uma atitude desta Reitoria antidemocrática e reafirma sua luta por espaços transparentes e democráticos dentro de nossa Universidade. Aprendemos na Universidade, acima da técnica e da ciência, a sermos profissionais éticos e neste momento não é possível ver exemplos disso entre nossos principais gestores. Somos solidários ao Prof. Paulo Gedoz de Carvalho e reconhecemos seus esforços em favor da qualidade de ensino e da democracia na UCS.
Defendemos a eleição para escolha de Diretores de Centro e Coordenadores de Curso a fim de ter professores que venham a publico com propostas que visem à eficiência de nossos Cursos. Ter Diretores e Coordenadores que não concordem com as idéias da Reitoria não é errado já que todos os Centros fazem planejamentos e elegem nas suas prioridades sempre sendo orientando por um planejamento macro. A UCS não planeja apenas 12, 24 ou 36 meses de atuação, mas anos, décadas e não é um Diretor ou Coordenador que muda isso. Por isso propomos:
• Repúdio as atitudes antidemocráticas exercidas pela gestão Isidoro Zorzi;
• Recondução do Prof. Paulo Gedoz de Carvalho ao cargo pelo qual for eleito para que seja cumprido seu mandato;
• Eleições paritárias com a participação da comunidade acadêmica para Diretor de Centro em Junho de 2011;
• Eleições com a participação da comunidade acadêmica para Coordenador de Curso;
• Eleições com a participação da comunidade acadêmica para Diretores de Campi e Núcleo;

Contribuição ao Debate II

Restaurante Universitário (RU)

O Restaurante Universitário (RU) existe há quase uma década e surgiu para suprir a carência de um local para refeições com preços não abusivos, permitindo ao estudante menores custos em uma mensalidade já cara. Desde o inicio o controle do DCE sobre o RU foi mínimo podendo no máximo opinar sobre o aumento do preço do restaurante, todas as decisões sempre couberam á Pró-Reitoria Administrativa e ao dono do RU.
Inicialmente o contrato feito em 2002 previa um tempo de carência para o administrador do RU, isso quer dizer que o mesmo não pagava aluguel para a UCS, além de ter um restaurante particular anexado como forma de subsidiar os baixos valores cobrados pelo RU. Neste contrato os reajustes eram aprovados pela Pró-Reitoria Administrativa e o DCE sempre fora consultado, mas sem poder de decisão. Este contrato teve validade de 5 anos.
Em 2007, na gestão da Movimentação no DCE, o contrato chega ao fim e a entidade resolve propor um debate sobre a qualidade do RU (modelo de restaurante, valores cobrados) sempre considerando a boa alimentação como essencial e parte indispensável da Assistência Estudantil. Uma pesquisa de opinião foi feita pelo DCE na época focando o valor cobrado pelo RU, 75% dos estudantes se diziam satisfeitos pelo preço pago, mas a maioria não sabia qual valor era esse.
Um estudo foi feito pela UCS sobre a qualidade e valores cobrados pelos RU’s de outras universidades pagas do estado e chegou-se a conclusão que o modelo do RU da UCS ainda era o melhor, pois não havia limitação da quantidade de carne que oferecido a cada estudante e havia o suco gratuito. O DCE ponderou que o administrador do RU deveria passar a pagar aluguel neste novo contrato e principalmente que se tivesse um novo edital de licitação.
Um novo acordo foi feito entre a Pró-Reitoria Administrativa e administrador do RU, mas o DCE continua não opinando sobre os reajustes. O administrador paga aluguel da parte particular do RU (o “Master”). Porém de um tempo para cá a qualidade do RU decaiu consideravelmente e o suco que antes era gratuito passou a ser cobrado. Alem disso o RU fecha cedo da noite e isso influi que ele é apenas usado pelo estudante diurno e do CETEC, o que representa um número pequeno comparado com a noite. É necessário:

• Debater com o estudante a opinião sobre a qualidade e o preço do RU;

• Consultar sobre pesquisas já realizadas sobre opinião da comunidade com relação ao RU;

• Debater a Assistência Estudantil como algo indispensável para a manutenção do estudante na Universidade;

• Ter acesso ao contrato atual do RU e debater maneiras de intervir junto ao administrador e Reitoria em busca de soluções para os problemas enfrentados atualmente;

• Debater a maneira de como é feita o reajuste do RU, não permitindo aumentos abusivos!

Contribuição ao Debate I

Repasse de verbas para DA’s e DRE’s

O repasse de verbas para o movimento estudantil foi pauta do ultimo Conselho de Entidades de Base (CEB) e pouco se avançou. É um debate necessário e importante, mas não deve seguir um caminho que leve ao engessamento das estruturas da universidade e da dependência dos Diretórios Acadêmicos (DA’s) do DCE.

Para muitos DA’s o repasse é a única fonte de renda, esse valor é o que permite a compra de materiais que depois são revendidos aos estudantes, a realização de atividades acadêmica e culturais dentre outras demandas. É importante manter esses valores que hoje representam 0,1% de todo o orçamento da UCS e que permite a aproximação de milhares de estudantes do ME.

Porém o que debatemos foi a obrigação da constituição de um CNPJ para cada DA e prestação de contas a ser feita para o DCE como a única maneira dos Diretórios continuarem a receber verbas destinadas ao mesmo. Ora, o DA deve prestar contas aos estudantes de seu respectivo curso e não ao DCE, inclusive isso é uma inversão de obrigação, já que é os DA’s fiscalizam o DCE e não o contrário!

É necessário responsabilizar os tesoureiros dos DA’s quanto ao valor semestral que estes recebem, mas isso não quer dizer registrar CNPJ e pagar um contador mensalmente como esta sendo proposto, pois é muito oneroso ás entidades. Devemos encontrar outros meios de responsabilizar o DA pela verba recebida da UCS sem causar grandes transtornos com relação a isso. Com toda essa exigência vamos afastar os estudantes que querem fazer parte dos DA’s!

Somos contra a idéia do DCE centralizar todo o dinheiro destinado ao movimento estudantil e distribuir para os DA’s. Isso pode gerar favorecimentos a aliados e prejudicar os que não se alinham com a proposta do DCE. O repasse deve continuar o mesmo: a UCS repassa para o DCE o que é de direito dele e repassa aos DA’s e DRE’s o que é de direito deles.

Além disso, na proposta apresentada pelo “DCE por você” no ultimo CEB havia a proposta de ao realizar um evento ou requisitar auxilio para a Universidade esta requisição deveria ser apresentada ao DCE e este encaminharia a proposta para a UCS. Para os DA’s que não sabem, há uma verba de R$60 mil semestrais para atividades de extensão (Semanas Acadêmicas, viajens e etc.). Não concordamos com a centralização do DCE da decisão desta verba uma vez que qualquer DA é autônomo para propor atividades sem depender da aprovação ou não do DCE. Por isso propomos:

· Não obrigação dos DA’s a ter CNPJ para continuarem recebendo o auxilio semestral;

· Não centralização da verba destinada ao ME sob responsabilidade do DCE;

· Jornada de Formação do DCE que auxilie os DA’s a prestarem contas corretamente;

· Autonomia dos DA’s em apresentar projetos para a UCS sem o auxilio do DCE;

· Incentivo aos DA’s em organizarem seus planejamentos com a previsão de atividades de extensão permitindo assim que todos utilizem a verba da extensão da UCS;

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Carta do Professor Dagoberto Godoy

Caros Colegas:

Gostaria de expressar minha solidariedade ao Prof. Paulo e a todos que serão privados de seus cargos eletivos e/ou demitidos.

A situação é claramente de um regime de força. Para tanto, todos os componentes estão presentes: inoperância, líder pseudo-democrático cercado por bajuladores e destituição de pessoas legitimamente eleitas por serem opositoras ao regime.

O Prof. Paulo não foi deposto por ser incompetente, desonesto ou por alguma falta grave. Foi destituído por ser oposição ao "comandante".

O Movimento UCS em Defesa do futuro foi oposição, mas não foi desleal. Regimes como esse, raramente dão certo, a não ser que o "comandante e seus bajuladores" contem com uma força de repressão armada.

Talvez muitos de nós soframos sanções, mas um dia esse regime ruíra. Tomara que seja antes do "comandante" solicitar que, ao invés de acendermos as luzes, utilizemos velas ou lamparinas para iluminar nossa vida acadêmica.

Prof. Dagoberto Vanoni de Godoy
Caxias do Sul, 07 de julho de 2010.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Começou a caça às bruxas na UCS



Tudo começou em 29 de março deste ano, quando oito pessoas do Conselho Diretor da Fundação Universidade de Caxias do Sul, decidiram que o Prof. Isidoro Zorzi deveria permanecer no cargo de Reitor da Universidade de Caxias do Sul por mais quatro anos. Esta decisão foi de encontro ao processo de exposição de propostas dos candidatos a Reitoria e a mais de 10 mil votantes entre estudantes, professores e funcionários, que optaram majoritariamente pela candidata Nilva Rech Stédile.
A partir desta decisão antidemocrática, circulou pelos corredores da Universidade um fato do passado nos quais os opositores a quem está no poder foram perseguidos e “convidados a se retirar” da UCS. Nós, que lutamos pela democratização irrestrita da UCS, saímos em protesto pela decisão do Conselho Diretor e denunciamos possíveis casos de perseguição com professores e funcionários. Na posse do Prof. Zorzi, este proferiu as seguintes palavras: “vamos trabalhar juntos, privilegiando sempre os interesses da Instituição, acima de interesses pessoais ou de grupo”.
No dia 14 de maio, em uma reunião entre Diretórios Acadêmicos, o Conselho de Entidades de Base (CEB), o já empossado Reitor fez uma saudação costumeira nesta atividade e quando questionado sobre a perseguição política disse que todos deveriam ser leais à administração. Isso era um sinal de que uma vez com o poder, o Prof. Zorzi poderia fazer uso dele para caçar aqueles que foram oposição à sua candidatura.
Pois nessa segunda-feira, última semana de aula na UCS, surge a primeira atitude neste sentido: o Prof. Paulo Gedoz de Carvalho – Diretor do Centro da Saúde (CECS) – foi destituído de seu cargo através de um memorando emitido pelo Reitor. É bom lembrar, que o Prof. Paulo foi eleito com mais de 86% dos votos de estudantes, professores e funcionários e seu mandato duraria até maio de 2011. Todos que conhecem a gestão do CECS reconhecem a transparência e a qualidade comprovada em avaliação interna da UCS.
Seria irônico se não fosse trágico, um Reitor derrotado pelas urnas retirar do cargo de Diretor de Centro um professor vencedor nas urnas. Há exatos 100 dias a democracia na UCS era assassinada em prol de interesses obscuros e hoje mais um fato contribuiu para este crime. Será que todos os opositores do Reitor Zorzi serão perseguidos e retirados dos cargos dos quais foram eleitos? Podemos afirmar baseado no resultado das urnas que não sobrarão muitos, já que quase 70% dos votantes da Consulta Acadêmica rejeitaram o Prof. Zorzi para ser seu gestor.  
A Movimentação repudia mais uma atitude desta Reitoria antidemocrática e reafirma sua luta por espaços transparentes e democráticos dentro de nossa Universidade. Aprendemos na Universidade, acima da técnica e da ciência, a sermos profissionais éticos e neste momento não é possível ver exemplos disso entre nossos principais gestores. Somos solidários ao Prof. Paulo Gedoz de Carvalho e reconhecemos seus esforços em favor da qualidade de ensino e da democracia na UCS.

sábado, 3 de julho de 2010

II CINE DAPE

O Diretório Acadêmico de Pedagogia, DAPE, estão organizando a segunda edição do CINE DAPE, com a exibição do filme “O Sorriso da Mona Lisa”. A atividade é organizada pelo DA em parceria com a coordenação do curso.

A exibição do filme é no dia 7 de julho às 20 horas na Sala Florense (Bloco M). O valor da entrada é de R$ 1,00 e pode ser adquirido na sala do DA (Bloco E).

Participarão como debatedoras as professoras Dra. Sandra Maria Vergamini e Geci Maria Dallegrave.

Participe.

O quê? II CINE DAPE

Quando? 7 de julho às 20 horas

Onde? Sala Florense - Bloco M

Quanto? R$ 1,00

Realização: Diretório Acadêmico de Pedagogia Gestão Fênix.

 

sexta-feira, 2 de julho de 2010

UERGS tem eleições para Reitor e conselhos - finalmente

Fonte: Josias Bervanger - Sul21 - josiasbervanger@sul21.com.br

A Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs) vive um dia histórico nesta sexta-feira, 2. Pela primeira vez, nos seus quase nove anos de existência, a comunidade escolar irá escolher seu representante para os cargos de reitor e vice.

A conquista do poder de voto para a instituição só foi possível graças a um isolamento político da atual administração. Indicado pela governadora Yeda Crusius e contrário ao processo eleitoral, o reitor Carlos Alberto Martins Callegaro sofreu forte desgaste político junto à comunidade acadêmica em decorrência da crise institucional da universidade. Os problemas já conhecidos desta instituição, como a evasão de professores, o não reconhecimento de cursos, deixando alunos formados sem diplomas, a eminência do fechamento de algumas graduações, a falta de livros e equipamentos de informática se agravaram ainda mais neste ano. O Governo do Estado apresentou para 2010 a menor previsão orçamentária da pequena história desta instituição, projetando a execução de somente R$ 27 milhões em investimento. O valor é 10% inferior ao de 2009.

A universidade conta atualmente com 100 professores, 150 funcionários e mais de 2000 estudantes. O colégio eleitoral é constituído por alunos, regularmente matriculados, professores e técnicos administrativos concursados, que fazem parte do quadro permanente de servidores. Todos as 24 unidades da Universidade e o prédio da Reitoria terão locais de votação. As urnas abrem das 14h às 19h, em função do jogo do Brasil pela Copa do Mundo. A apuração dos votos está marcada para a próxima terça-feira (6) e a divulgação dos resultados no dia seguinte (7).

Três chapas concorrem

A eleição desta sexta finalmente regulariza a Lei Estadual 11.646, de 2001, que criou a universidade. Nela está prevista que a comunidade escolar deve escolher seus representantes a reitoria. Concorrem ao pleito três chapas: ‘Gestão Compartilhada’, ‘Universidade na Diversidade’ e ‘Inova Uergs!’. Todas são unânimes em afirmar que a instituição está em crise e se declaram oposição a atual reitoria.

O professor de Engenharia João Alifantes, representante da chapa 'Gestão Compartilhada', avalia que as dificuldades da Uergs se devem a forma como a universidade foi administrada até agora. “São as gestões centralizadoras, sem o envolvimento da comunidade, que motivaram esta situação de crise que a Uergs vive. Acredito que seja necessário um projeto de universidade que fortaleça os laços nas regiões onde a universiade existe”.

Já o professor de Gestão Ambiental Fernando Guaragna Martins defende uma mudança de foco na gestão. “A universidade deve se voltar mais para a sociedade e menos para o governo”. Para ele, que representa a chapa ‘Inova Uergs!’ a instituição, mesmo com a crise, apresenta qualidade. “A Uergs é uma instituição diferenciada e se retomar o diálogo com a sociedade pode contribuir com o desenvolvimento do Estado.

A representante da chapa 'Universidade na Diversidade', a professora de Língua Inglesa Ana Maria Accorsi, propõe mudar a natureza jurídica, transformando-a em Autarquia (atualmente a instituição é de direito privado). “A universidade Estadual deveria ser um órgão hibrido. É justamente nesse momento eleitoral, em que a instituição ainda não está consolidada, que se deve debater o que se quer dela, e nossa chapa defende esta mudança”. De acordo com a professora a atual reitoria, quase deixou a universidade “morrer à míngua”.

Estudantes participam das eleições

Apesar da crise, a qualidade do ensino prestado na universidade é reconhecida pelos alunos que estudam na instituição. “Estudo na universidade porque os professores são muito qualificados. Os estudantes e professores resistem às deficiências da instituição e acreditam no seu potencial”, diz Alexandra de Castilhos, aluna de Licenciatura em Dança na unidade de Montenegro e integrante da diretoria da UEE Livre -RS (União Estadual dos Estudantes Livre do estado). 

De acordo com ela, a expectativa de participar de um processo eleitoral significa um momento de abertura democrática da gestão universitária. “Na atualidade, os alunos vêem a Uergs como um filho sem pai nem mãe. Onde estudo, não há transporte. As pessoas saem antes de encerrar a aula, devido aos horários limitados de transporte e não há como voltar para casa depois. A reitoria da Uergs lava as mãos quanto a esse e outros assuntos e não faz nada para qualificar a oferta de transporte. O estudante não tem o mínimo de acesso às decisões da universidade na atualidade. Acredito que com uma nova gestão, escolhida por nós, estudantes e comunidade em geral, isto pode mudar”, frisa Alexandra. Ela ainda lembra que seu curso, assim como os outros três da unidade Montenegro (Artes Visuais, Teatro e Música), ficaram três anos sem abertura de vestibular, devido a falta de professores.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

CHURRASCO INTER(In)DISCIPLINAR


Venha festejar o fim de mais um semestre.

Onde? Campus 8
Quanto? R$ 3,00 ou duas pessoas por R$5,00
Quando? 09/07
Horas? a partir das 21hs
Traga carne, espeto e talheres que o carvão é por nossa conta!!

Haverá ônibus com saída às 23 horas da UCS (com parada na Casa da Cultura). Para voltar o ônibuss saída do Campus 8 às 3h30min. O valor da passagem é R$ 1,00

D.As organizadores: história, Letras, Psicologia, Filosofia e Artes.