O que era uma possibilidade muito ruim, virou uma realidade preocupante. Foi publicado no Diário Oficial da União a portaria Nº 1.994, de 24 de novembro de 2010, da Secretaria Nacional de Educação Superior do Ministério da Educação.
Nessa portaria o pedido de renovação do certificado de filantropia é negado pois a UCS estaria descumprindo a legislação da filantropia e a do ProUni. A nova lei da filantropia foi a que obrigou a UCS a criar as bolsas de estudos que foram selecionados no primeiro semestre desse ano.
A decisão ainda cabe recurso, mas caso a universidade não retome o filantropia a conta acabará sendo paga pelos estudantes. Com o certificado de filantropia a universidade não paga alguns tributos, como o INSS patronal. Se esse valor tiver que ser pago pela a UCS as mensalidades, o único jeito que a UCS tem para arrecadar, sofreram um impacto maior que 12%.
A Movimentação já entrou em contato com a Reitoria para obter esclarecimentos sobre a situação já que o reajuste das mensalidades desse ano era, justamente, para cobrir o custo extra da nova lei da filantropia.
Veja aqui a página do DOU com a portaria
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
UCS tem pedido de renovação de filantropia indefirido
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Eleições tensas para o DCE da UFRGS
Algumas pessoas que estão fazendo essa confusão lá estavam nas eleições do DCE da UCS na semana passada. A desorganização da comissão eleitoral era semelhante. Graças a muita mobilização não tivemos o mesmo resultado da UFRGS.
A Comissão Eleitoral e os representantes da Chapa 1 promovem momentos de tensão
Escreve Alexandre Haubrich do blog JornalismoB:
Eleições para DCE da UFRGS ameaçadas por gestão atual
Chapa da situação ameaça processo eleitoral com seguidas tentativas de impugnação
Se a campanha presidencial de 2010 foi marcada pela baixaria e por polêmicas, a eleição para o Diretório Central dos Estudantes de uma das maiores universidades do sul do país vai no mesmo caminho. Depois de sofrer sucessivas denúncias de corrupção, ameaçar impugnar a candidatura da principal chapa de oposição, a Chapa 3 – UFRGS Pública e Popular, a gestão atual do DCE da Universidade Federal do Rio Grande do Sul tenta agora impugnar o próprio pleito. As eleições começaram nesta segunda-feira, com votações nos dias 22, 23 e 24.
Circulou na imprensa local a informação de que, em uma reunião na noite da última sexta-feira, a Comissão Eleitoral teria aprovado a impugnação da Chapa 3, pois alguns de seus membros teriam agredido o presidente da Comissão, Adrio de Oliveria Dias, durante manifestação na manhã de sexta.
Adrio afirma que foi agredido por integrantes da Chapa 3 com socos e pontapés, tendo registrado, inclusive, Boletim de Ocorrência. Porém, os vídeos da manifestação mostram a saída do estudante com grande tensão, mas sem agressões. O estudante de jornalismo e integrante da Chapa 3, Rodolfo Mohr, um dos acusados de agredir Adrio, garante que o presidente da Comissão não foi agredido, apesar de ter passado hostilizando os manifestantes.
Mais tarde, confirmou-se que a impugnação na verdade não chegou a oficializar-se. Porém, a imprensa local já havia divulgado amplamente a “notícia”, contribuindo para causar confusão entre os estudantes aptos a votar.
Votação começa com confusões, agressões e novas ameaças
O primeiro dia de votação foi tenso. Qualquer pessoa estranha nos entornos das urnas causava expectativa. Mesmo assim, uma grande quantidade de estudantes já compareceu às urnas. Para votar, é preciso apenas o cartão da UFRGS e a senha correspondente.
Dois episódios, porém, tentaram macular o ambiente democrático buscado por três das chapas, a 2, a 3 e a 4. Ligados à Chapa 1, os ex integrantes da Comissão Eleitoral Adrio de Oliveria Dias, Claudia Thompson e Leonardo Pereira teriam ido ao Ministério Público tentar impugnar a eleição. Nenhuma notificação foi recebida por qualquer das chapas concorrentes.
Na urna em frente à Faculdade de Educação (FACED), outro problema. Segundo Nina Becker, estudante de Ciências Sociais e apoiadora da Chapa 3, uma integrante desta mesma chapa foi agredida com um soco por Cleber A. G. Machado, integrante da Comissão Eleitoral indicado pelo Diretório Acadêmico da Computação, ligado à situação. Além disso, ainda de acordo com Nina Becker, Cleber teria quebrado um vidro e rasgado as atas de votação, antes de sair do local preso pela segurança da UFRGS.
Formação da Comissão Eleitoral cercada de manobras
No dia 16 de setembro, os Centros Acadêmicos, responsáveis por garantir as eleições, formaram uma Comissão Eleitoral, que lançou um edital. Duas semanas depois, o DCE chamou nova reunião, na qual a proposta era retificar o calendário acertado no dia 16. Com a presença de 26 CA’s, o DCE se retirou da reunião, para, uma semana mais tarde, lançar um novo edital. Esse edital trazia novas regras, que subiriam os custos da campanha e dificultariam a inscrição de chapas maiores, como a 3. Por exemplo, a necessidade da presença de todos os integrantes das chapas no momento da inscrição e a obrigação de registrar todos os documentos de identidade dos apoiadores em cartório.
Mas o ponto mais polêmico defendido pela atual gestão do DCE era a votação pelo site da UFRGS, considerada insegura pela própria Reitoria da Universidade, por permitir que qualquer estudante votasse com a senha de outro. Além disso, o Estatuto do DCE prevê que o votante precisa apresentar um documento e assinar lista presencial. Caso a eleição ocorresse via internet, o temor é de que qualquer estudante vinculado a UFRGS poderia recorrer a Justiça e impugnar o pleito. Um acordo, por fim, uniu as duas comissões eleitorais e definiu a eleição por urna eletrônica, como na disputa pelo cargo de reitor.
A gestão do DCE, porém, mudou de ideia, e voltou a defender que o processo se realizasse via internet. A Reitoria da Universidade se demorava a liberar as listas de estudantes matriculados, impreterível para que a eleição fosse realizada, e uma manifestação foi convocada pela Chapa 3 para a última sexta-feira, na Secretaria de Atendimento Estudantil. O protesto reuniu cerca de 100 estudantes. Confirmada, enfim, a liberação das listas, Adrio, citado como um dos obstáculos para o processo eleitoral em um relatório que os estudantes pretendiam entregar, saiu pelo meio dos manifestantes.
Impugnação não foi comunicada oficialmente
Já no sábado, Rodolfo afirmava que a notícia da impugnação da candidatura poderia ser apenas um factóide, apenas mais uma manobra. A medida não foi comunicada oficialmente a Chapa 3, foi apenas vazada para a imprensa local. Para Rodolfo, seria mais uma forma de confundir os estudantes. “Mais uma” porque, no site da Comissão Eleitoral, os números das chapas 2 e 3 estão invertidos, segundo Rodolfo, deliberadamente.
Iur Priebe de Souza, um dos coordenadores da campanha da Chapa 2, critica as atitudes da Comissão Eleitoral e da atual gestão: “Estão querendo impugnar uma chapa por fatos que nem foram apurados. Isso é um abuso. Essa judicialização do processo é ruim para os estudantes. Precisam ganhar com programas e projetos, é isso o que tem que ser discutido”, afirma.
Gestão marcada por acusações de corrupção
No meio do ano, o advogado da atual gestão do DCE, Regis Coimbra, denunciou apropriação indébita de R$ 5 mil da entidade, pelo presidente Renan Pretto e o diretor de Relações Institucionais, Marcel van Haten. A investigação dos Centros e Diretórios Acadêmicos que se seguiu à denúncia apontou ainda outras irregularidades, como o favorecimento de amigos e familiares dos membros da gestão e remuneração desses mesmos membros, o que é vedado pelo Estatuto do DCE. [Ver AQUI]
A Comissão Eleitoral e os representantes da Chapa 1 promovem momentos de tensão
Escreve Alexandre Haubrich do blog JornalismoB:
Eleições para DCE da UFRGS ameaçadas por gestão atual
Chapa da situação ameaça processo eleitoral com seguidas tentativas de impugnação
Se a campanha presidencial de 2010 foi marcada pela baixaria e por polêmicas, a eleição para o Diretório Central dos Estudantes de uma das maiores universidades do sul do país vai no mesmo caminho. Depois de sofrer sucessivas denúncias de corrupção, ameaçar impugnar a candidatura da principal chapa de oposição, a Chapa 3 – UFRGS Pública e Popular, a gestão atual do DCE da Universidade Federal do Rio Grande do Sul tenta agora impugnar o próprio pleito. As eleições começaram nesta segunda-feira, com votações nos dias 22, 23 e 24.
Circulou na imprensa local a informação de que, em uma reunião na noite da última sexta-feira, a Comissão Eleitoral teria aprovado a impugnação da Chapa 3, pois alguns de seus membros teriam agredido o presidente da Comissão, Adrio de Oliveria Dias, durante manifestação na manhã de sexta.
Adrio afirma que foi agredido por integrantes da Chapa 3 com socos e pontapés, tendo registrado, inclusive, Boletim de Ocorrência. Porém, os vídeos da manifestação mostram a saída do estudante com grande tensão, mas sem agressões. O estudante de jornalismo e integrante da Chapa 3, Rodolfo Mohr, um dos acusados de agredir Adrio, garante que o presidente da Comissão não foi agredido, apesar de ter passado hostilizando os manifestantes.
Mais tarde, confirmou-se que a impugnação na verdade não chegou a oficializar-se. Porém, a imprensa local já havia divulgado amplamente a “notícia”, contribuindo para causar confusão entre os estudantes aptos a votar.
Votação começa com confusões, agressões e novas ameaças
O primeiro dia de votação foi tenso. Qualquer pessoa estranha nos entornos das urnas causava expectativa. Mesmo assim, uma grande quantidade de estudantes já compareceu às urnas. Para votar, é preciso apenas o cartão da UFRGS e a senha correspondente.
Dois episódios, porém, tentaram macular o ambiente democrático buscado por três das chapas, a 2, a 3 e a 4. Ligados à Chapa 1, os ex integrantes da Comissão Eleitoral Adrio de Oliveria Dias, Claudia Thompson e Leonardo Pereira teriam ido ao Ministério Público tentar impugnar a eleição. Nenhuma notificação foi recebida por qualquer das chapas concorrentes.
Na urna em frente à Faculdade de Educação (FACED), outro problema. Segundo Nina Becker, estudante de Ciências Sociais e apoiadora da Chapa 3, uma integrante desta mesma chapa foi agredida com um soco por Cleber A. G. Machado, integrante da Comissão Eleitoral indicado pelo Diretório Acadêmico da Computação, ligado à situação. Além disso, ainda de acordo com Nina Becker, Cleber teria quebrado um vidro e rasgado as atas de votação, antes de sair do local preso pela segurança da UFRGS.
Formação da Comissão Eleitoral cercada de manobras
No dia 16 de setembro, os Centros Acadêmicos, responsáveis por garantir as eleições, formaram uma Comissão Eleitoral, que lançou um edital. Duas semanas depois, o DCE chamou nova reunião, na qual a proposta era retificar o calendário acertado no dia 16. Com a presença de 26 CA’s, o DCE se retirou da reunião, para, uma semana mais tarde, lançar um novo edital. Esse edital trazia novas regras, que subiriam os custos da campanha e dificultariam a inscrição de chapas maiores, como a 3. Por exemplo, a necessidade da presença de todos os integrantes das chapas no momento da inscrição e a obrigação de registrar todos os documentos de identidade dos apoiadores em cartório.
Mas o ponto mais polêmico defendido pela atual gestão do DCE era a votação pelo site da UFRGS, considerada insegura pela própria Reitoria da Universidade, por permitir que qualquer estudante votasse com a senha de outro. Além disso, o Estatuto do DCE prevê que o votante precisa apresentar um documento e assinar lista presencial. Caso a eleição ocorresse via internet, o temor é de que qualquer estudante vinculado a UFRGS poderia recorrer a Justiça e impugnar o pleito. Um acordo, por fim, uniu as duas comissões eleitorais e definiu a eleição por urna eletrônica, como na disputa pelo cargo de reitor.
A gestão do DCE, porém, mudou de ideia, e voltou a defender que o processo se realizasse via internet. A Reitoria da Universidade se demorava a liberar as listas de estudantes matriculados, impreterível para que a eleição fosse realizada, e uma manifestação foi convocada pela Chapa 3 para a última sexta-feira, na Secretaria de Atendimento Estudantil. O protesto reuniu cerca de 100 estudantes. Confirmada, enfim, a liberação das listas, Adrio, citado como um dos obstáculos para o processo eleitoral em um relatório que os estudantes pretendiam entregar, saiu pelo meio dos manifestantes.
Impugnação não foi comunicada oficialmente
Já no sábado, Rodolfo afirmava que a notícia da impugnação da candidatura poderia ser apenas um factóide, apenas mais uma manobra. A medida não foi comunicada oficialmente a Chapa 3, foi apenas vazada para a imprensa local. Para Rodolfo, seria mais uma forma de confundir os estudantes. “Mais uma” porque, no site da Comissão Eleitoral, os números das chapas 2 e 3 estão invertidos, segundo Rodolfo, deliberadamente.
Iur Priebe de Souza, um dos coordenadores da campanha da Chapa 2, critica as atitudes da Comissão Eleitoral e da atual gestão: “Estão querendo impugnar uma chapa por fatos que nem foram apurados. Isso é um abuso. Essa judicialização do processo é ruim para os estudantes. Precisam ganhar com programas e projetos, é isso o que tem que ser discutido”, afirma.
Gestão marcada por acusações de corrupção
No meio do ano, o advogado da atual gestão do DCE, Regis Coimbra, denunciou apropriação indébita de R$ 5 mil da entidade, pelo presidente Renan Pretto e o diretor de Relações Institucionais, Marcel van Haten. A investigação dos Centros e Diretórios Acadêmicos que se seguiu à denúncia apontou ainda outras irregularidades, como o favorecimento de amigos e familiares dos membros da gestão e remuneração desses mesmos membros, o que é vedado pelo Estatuto do DCE. [Ver AQUI]
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Movimentação vence as eleições para DCEUCS
Encerrou na madrugada de hoje a contagem de votos das eleições do DCE/UCS. O resultado geral foi:
Chapa 1 - Movimentação: 2.350 (42,17%)
Chapa 2 - DCE por Você: 1.753 (31,46%)
Chapa 3 - Hora de Avançar: 1.343 (24,10%)
B/N: 127 (2,27%)
Total: 5.573 (100%)
Em breve traremos mais informações sobre o processo e os mapas das urnas
Chapa 1 - Movimentação: 2.350 (42,17%)
Chapa 2 - DCE por Você: 1.753 (31,46%)
Chapa 3 - Hora de Avançar: 1.343 (24,10%)
B/N: 127 (2,27%)
Total: 5.573 (100%)
Em breve traremos mais informações sobre o processo e os mapas das urnas
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Vote nos dias 16, 17 e 18 de Novembro.
Urnas em todos os Blocos, Campi e Núcleos
A campanha chegou ao fim. Agora é o momento da votação. Não fizemos campanha só por duas semanas. Estivemos presente no dia a dia a UCS.
Quando o Conselho Diretor não respei tou a vontade da comunidade universi tária estávamos lá para mostrar nossa contrariedade.
Quando a UCS reajustou as mensalida des em 7,94% estávamos lá para cobrar a tão falada “gestão eficiente” que o Reitor Zorzi tanto alardeia.
Quando a UCS quiz retirar os descontos para as licenciaturas estávamos lá mobilizando nossos colegas.
Se não alcançamos vitórias é porque em todos esses casos o nosso DCE esteve ao lado da Reitoria. Você pode mudar is so nessa semana. Nos dias 16, 17 e 18 teremos eleições do DCE. Pedimos o seu voto para a Chapa 1– Movimentação, não espera acontecer. Assim vamos re cuperar o DCE para os estudantes e ga rantir nossos direitos.
Ao lado você pode conferir nossas propostas, se ainda não teve acesso a elas.
Com certeza não trairemos o voto de confiança que você depositar na nossa chapa.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Contra o aumento abusivo das mensalidades
Mais uma vez chega o final do ano na UCS e os estudantes são chamados a pagar a conta dos furos da UCS. O motivo disso é que a UCS não se preparou para o aumento das despesas com a nova lei da filantropia. Aí, depois de dormir no ponto a Reitoria decidiu aumentar as mensalidades em 7,94%, um aumento decidido na calada da noite, sem debate, e aprovada pelo já conhecido e sacana dos estudantes, Conselho Diretor. Outros grupos que também são responsáveis são nossos “colegas” do atual DCE, que ficam dizendo que foram contra o aumento, mas na verdade não fizeram nenhum movimento, nem antes, nem depois, para buscar diálogo com a Reitoria.
Por conta disso tivemos um dos mais altos aumentos de mensalidade dos últimos 10 anos!!
Para piorar as Licenciaturas ainda correm o risco de perder o desconto de 20%!
Atualmente somos responsáveis por mais de 90% do caixa da UCS!! E se pensamos em nossos salários, o aumento passa bem longe desses valores, fazendo com que alguns estudantes tenham que parar de estudar, cursar menos cadeiras, e ficar anos intermináveis na UCS.
Para se reeleger reitor Isidoro Zorzi, atual reitor, fez uma grande campanha de mídia sobre as bolsas de estudo que a UCS abriu no 1º semestre desse ano. Essas bolsas eram necessárias para que a universidade continuasse dentro da nova lei da filantropia. Nesse semestre a história mudou. Agora o mesmo reitor alega que essas bolsas é que são responsáveis pelo reajuste das mensalidades. Isso é uma mentira! Sem a filantropia as mensalidades seriam ainda mais caras! Por conta disso, nós da MOVIMENTAÇÃO mobilizamos os estudantes para se manifestarem. Mais uma vez o atual DCE ficou omisso, apareceu no final do ato e tem até medo de aparecer nas fotos. Agora tenta passar em sala dizendo que foram responsáveis por um índice menor, ISSO É MENTIRA! QUE BARBARIDADE!!
UCS não terá investimentos!
Até agosto desse ano o ARRECADADO com as mensalidades estava 8,4% a mais que em 2009 Porém a DESPESA é 10,5% maior?
Por conta disso tivemos um dos mais altos aumentos de mensalidade dos últimos 10 anos!!
Para piorar as Licenciaturas ainda correm o risco de perder o desconto de 20%!
Atualmente somos responsáveis por mais de 90% do caixa da UCS!! E se pensamos em nossos salários, o aumento passa bem longe desses valores, fazendo com que alguns estudantes tenham que parar de estudar, cursar menos cadeiras, e ficar anos intermináveis na UCS.
Primeiro faz propaganda, depois cobra!
Para quem acha que esse reajuste é para investir na UCS, se engana. Será zero o investimento em laboratórios, biblioteca, pesquisa, e por aí vai. A únca forma de acontecer o contrário é a UCS fazer um grande corte de gastos, e isso significa a demissão de professores e funcionários. Essa situação começa a comprometer a qualidade de ensino de nossa universidade.
Você sabia?
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Pagamos o mesmo valor, queremos o mesmo direito!!
A UCS possui mais de 30 mil estudantes com origem em dezenas de do RS. Hoje a Universidade tem 2 campi, Bento e Vacaria, com a Cidade Universitária em Caxias, além de 6 núcleos: Farroupilha, Canela, Veranópolis, Nova Prata, Guaporé, São Sebastião do Caí.
A Chapa 1 Movimentação entende que todos estudantes da UCS têm direitos iguais e devem receber o melhor de nossa universidade. Defendemos que os investimentos devem fortalecer os diferentes núcleos e campi da UCS, buscando qualificar a educação oferecida, pois na hora de pagar a conta os estudantes não possuem diferença de tratamento.
É preciso que os estudantes de Campi e Núcleos possam ser parte das decisões e rumos da Universidade. Para conquistarmos esse direito é importante que os Diretórios Regionais e os Diretórios Acadêmicos se fortaleçam e atuem dentro da UCS. Um de nossas bandeiras para isso é a Eleição para Diretor/a de Campi e Núcleo, hoje indicados pelo Reitor. Queremos a abertura do orçamento, do que é arrecadado pela Universidade, para fiscalizar a execução e também decidir como serão feitos os investimentos.
Somente assim poderemos dizer que cada estudante da UCS é tratado de forma igual.
E queremos também um DCE mais presente em todos os locais, e por isso propomos:
A Chapa 1 Movimentação entende que todos estudantes da UCS têm direitos iguais e devem receber o melhor de nossa universidade. Defendemos que os investimentos devem fortalecer os diferentes núcleos e campi da UCS, buscando qualificar a educação oferecida, pois na hora de pagar a conta os estudantes não possuem diferença de tratamento.
É preciso que os estudantes de Campi e Núcleos possam ser parte das decisões e rumos da Universidade. Para conquistarmos esse direito é importante que os Diretórios Regionais e os Diretórios Acadêmicos se fortaleçam e atuem dentro da UCS. Um de nossas bandeiras para isso é a Eleição para Diretor/a de Campi e Núcleo, hoje indicados pelo Reitor. Queremos a abertura do orçamento, do que é arrecadado pela Universidade, para fiscalizar a execução e também decidir como serão feitos os investimentos.
Somente assim poderemos dizer que cada estudante da UCS é tratado de forma igual.
E queremos também um DCE mais presente em todos os locais, e por isso propomos:
- Eleições para Diretores de Campi e Núcleos, Diretores de Centro e Coordenadores de Curso;
- Abertura das planilhas orçamentárias de todos os locais;
- Participação dos/as estudantes na definição dos investimentos da UCS;
- Formação de Conselhos de Estudantes de diferentes cidades;
- Apoio nas atividades dos DREs e DAs de todos os Núcleos e Campi;
- DCE atuante e presente, que passe me sala durante a gestão para dialogar ccom os estudantes;
- Aumento das bolsas de pesquisa e extensão para todas as Unidades da UCS.
Propostas específicas
CARVI – Campus Universitário da Região dos Vinhedos, Bento Gonçalves- Construção do Restaurante Universitário;
- Construção do Centro de Convivência.
- Asfaltamento do estacionamento;
- Construção de mais uma lancheria;
- Aumento da Biblioteca.
- Melhoria da sinalização e estrada na entrada do Núcleo
- Melhoria dos laboratórios
- Construção do auditório
- Melhoria na estrutura em geral;
- Atualização dos laboratórios de informática;
- Ampliação da Biblioteca.
- Definição do 'problema' jurídico que envolve o prédio do Núcleo;
- Aumento do número de salas de aulas e laboratórios.
- Luta pela volta do Núcleo ao centro da cidade.
- Estacionamento;
- Centro de convivência;
- Mensalidade diferenciada;
- Colocar Wirelles em todo o núcleo.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Jantar de Apoio e Confraternização
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Estudantes de Pedagogia protestam no CARVI
Estudantes da Pedagogia(Geografia, Educação Física, Letras) de Bento Gonçalves protestaram contra o final dos 20% de desconto para os estudantes dos cursos da categoria, na noite desta terça-feira. Aos gritos de "ai, ai, ai, empurra o Zorzi que ele cai", menção direta ao reitor da Universidade de Caxias do Sul, Isidoro Zorzi, os alunos dos cursos reuniram-se na entrada do Bloco J, onde o presidente do Diretório Acadêmico de Pedagogia, João Roberto Ramos, leu o manifesto entregue aos administradores da UCS - CARVI (Campus Universitário da Região dos Vinhedos).
"A nossa intenção é que a UCS nos dê uma resposta. Será que será mesmo retirado os 20% de desconto? Não é? Quem será prejudicado com tudo isso somos nós estudantes. Nós temos deveres para com a faculdade, que é de pagar em dia a mensalidade, mas quais os nossos direitos? ", pronunciou-se Campos aos alunos. "Uma coisa o protocolo de Caxias nos passa. Outra, é o protocolo de Bento, que a queda dos 20% não é verdade. Depois do leite derramado não adianta mais", concluiu ele, em meio aos aplausos.
Vinícius Postali, que integra a Chapa Movimentação confirmou que a queda dos descontos de 20% está confirmada pelo reitor Isidoro Zorzi. "Além dos 20% a mais, vocês ainda terão de pagar o reajuste normal dos estudantes de quase 8%. Então são praticamente 30% de aumento na mensalidade de vocês", alertou.
Depois os manifestantes fizeram uma passeata até a frente da secretaria do Bloco J, onde continuaram o protestos. Todos os gritos dos estudantes faziam menção a má gestão de Isidoro Zorzi na UCS. "Estudantes na rua! Zorzi é culpa sua", gritavam eles. O protesto terminou pacificamente.
Com informações da RSCOM
"A nossa intenção é que a UCS nos dê uma resposta. Será que será mesmo retirado os 20% de desconto? Não é? Quem será prejudicado com tudo isso somos nós estudantes. Nós temos deveres para com a faculdade, que é de pagar em dia a mensalidade, mas quais os nossos direitos? ", pronunciou-se Campos aos alunos. "Uma coisa o protocolo de Caxias nos passa. Outra, é o protocolo de Bento, que a queda dos 20% não é verdade. Depois do leite derramado não adianta mais", concluiu ele, em meio aos aplausos.
Vinícius Postali, que integra a Chapa Movimentação confirmou que a queda dos descontos de 20% está confirmada pelo reitor Isidoro Zorzi. "Além dos 20% a mais, vocês ainda terão de pagar o reajuste normal dos estudantes de quase 8%. Então são praticamente 30% de aumento na mensalidade de vocês", alertou.
Depois os manifestantes fizeram uma passeata até a frente da secretaria do Bloco J, onde continuaram o protestos. Todos os gritos dos estudantes faziam menção a má gestão de Isidoro Zorzi na UCS. "Estudantes na rua! Zorzi é culpa sua", gritavam eles. O protesto terminou pacificamente.
Com informações da RSCOM
Atitude fantastica vinda de Bento!
Ontem foi o dia de Bento parar e protestar contra o aumento de mensalidade e o fim do desconto das Licenciaturas, foi muito importante o movimento dos estudantes do Carvi, espelhado e motivado pelo ato feito dia 20 de outubro aqui na cidade universitária. Houve passagem em sala e uma caminhada por todo o campus. É bom lembrar q foi uma atividade chamado pelos DA's das licenciaturas!
O Darvin (DRE de Bento) não apareceu e o ato passou em frente da sala da entidade que estava fechada!
É bom lembrar que a eleição do DARVIN este ano ja esta sendo discutida judicialmente pela maneira que esta organizada. Foi recusada a inscrição de uma chapa de oposição!
O ato encerrou na frente da sala do DARVIN que estava fechada com a palavra de ordem: "Ih Cade, o DARVIN que sumiu!"
O "DCE por voce" não contou nada de novo ao dizer que esta mantido os descontos para os cursos de Biologia, Química, Matemática e Computação, essas licenciaturas não perdem seus descontos, não é conquista! É resolução do MEC! Essas são consideradas licenciaturas essenciais e portanto não perdem os descontos, é norma no MEC!
A pergunta é se as outras licenciaturas não são essenciais para a sociedade.
O "DCE por voce" nada fez para a discussão de licenciaturas, tanto que criticam o ato realizado aqui em Caxias e querem ser retirados das fotos do ato.
Que DCE é esse?
Pra que não acredita, aqui esta o link da opinião do coordenador de comunicação do "DCE por voce" sobre o ato
http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/impressa/11,3102563,1220,15862,impressa.html
Parabens ao DA de História que vem liderando essa discussão sobre as licenciaturas!
Saudações
Vinicius L Postali
O Darvin (DRE de Bento) não apareceu e o ato passou em frente da sala da entidade que estava fechada!
É bom lembrar que a eleição do DARVIN este ano ja esta sendo discutida judicialmente pela maneira que esta organizada. Foi recusada a inscrição de uma chapa de oposição!
O ato encerrou na frente da sala do DARVIN que estava fechada com a palavra de ordem: "Ih Cade, o DARVIN que sumiu!"
O "DCE por voce" não contou nada de novo ao dizer que esta mantido os descontos para os cursos de Biologia, Química, Matemática e Computação, essas licenciaturas não perdem seus descontos, não é conquista! É resolução do MEC! Essas são consideradas licenciaturas essenciais e portanto não perdem os descontos, é norma no MEC!
A pergunta é se as outras licenciaturas não são essenciais para a sociedade.
O "DCE por voce" nada fez para a discussão de licenciaturas, tanto que criticam o ato realizado aqui em Caxias e querem ser retirados das fotos do ato.
Que DCE é esse?
Pra que não acredita, aqui esta o link da opinião do coordenador de comunicação do "DCE por voce" sobre o ato
http://www.clicrbs.com.br/
Parabens ao DA de História que vem liderando essa discussão sobre as licenciaturas!
Saudações
Vinicius L Postali
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terça-feira, 9 de novembro de 2010
Aumento das mensalidades é discutido na Câmara de Vereadores
O aumento de mensalidades da UCS e a retirada dos descontos para as licenciaturas foram discutidos em uma reunião da Comissão de Educação da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul. A audiência foi marcada com o Presidente da Comissão, Eloi Frizzo (PSB) durante a homenagem aos 50 anos do Curso de História.
Representantes do DA de História e membros da Movimentação estavam presentes, mais uma vez, defendendo os estudantes. Os acadêmicos relataram sobre o processo de reajuste das mensalidades desse ano. A UCS aumentou as mensalidades em 7,94% e os descontos de 20% para as licenciaturas estão ameaçados. Essas duas discussões foram feitas em segredo pela Reitoria e pelo Conselho Diretor.
Para o representante do DA de História, Paulo Ferreira, o problema principal é que a direção da UCS não abriu aos estudantes espaço de participação nos debates das questões em pauta. Ele expôs, ainda, que o desconto, para as licenciaturas, foi uma conquista estudantil de 2006, por meio do Orçamento Universitário, e que, se efetivada, a sua retirada iria de encontro às condições financeiras da maior parte dos alunos.
Na mesma linha, o estudante de História Douglas Finger argumentou que certas decisões do Conselho Diretor da Universidade são tomadas sem o conhecimento das entidades que representam os estudantes. Segundo ele, tal atitude não condiz com o perfil de universidade comunitária. Em torno de 92% dos rendimentos da UCS advém das mensalidades. Dessa maneira, é um absurdo que os estudantes fiquem de fora das decisões sobre o orçamento e da prestação de contas, asseverou.
Um representante do DCE atual estava presente também e fez uma crítica muito tímida à Reitoria da UCS limitando-se a dizer que o corte de R$ 11 milhões nos gastos será insuficiente para garantir os investimentos necessários esse ano na UCS.
A posição da Movimentação é bastante clara, somos contra a retirada dos descontos para as Licenciaturas. Na nossa opinião essa não é uma reivindicação apenas econômica, ele é um incentivo para a formação de professores tão necessários para a construção de um país com melhores condições de vida.
A posição dos vereadores
A vereadora Geni Peteffi/PMDB, que participa da Comissão de Educação, considerou ser preciso ouvir as justificativas da universidade, para que a discussão avance. Também membro, Vinicius Ribeiro/PDT destacou que o fato de a universidade buscar novos critérios, na condução administrativa, não deve desencorajar aspectos como a procura pelas licenciaturas. Segundo ele, trata-se de demanda regional das instituições de ensino.
O vereador Marcos Daneluz/PT, que integra a referida Comissão, salientou que as mensalidades altas interferem, inclusive, na capacidade dos estudantes disputarem vagas no mercado de trabalho, em condições iguais aos acadêmicos de demais universidades.
Segundo Denise Pessôa/PT, as medidas da UCS, para frear os gastos, soam como retrocesso, nos avanços conquistados pela mobilização acadêmica. Ela defendeu a volta do orçamento universitário participativo.
Enquanto isso, Renato Oliveira/PCdoB enfatizou que a movimentação estudantil precisa continuar. Rodrigo Beltrão/PT chamou o Conselho Diretor da UCS à responsabilidade sobre a condução dos serviços da instituição, já que ele é o responsável pela escolha do reitor.
Ao término do encontro, Frizzo informou que tentará agendar um encontro com representantes da reitoria e do Conselho Diretor da Universidade.
Além do presidente Frizzo e dos parlamentares Geni, Daneluz e Vinicius, integra a Comissão de Educação o vereador Assis Melo/PCdoB.
Representantes do DA de História e membros da Movimentação estavam presentes, mais uma vez, defendendo os estudantes. Os acadêmicos relataram sobre o processo de reajuste das mensalidades desse ano. A UCS aumentou as mensalidades em 7,94% e os descontos de 20% para as licenciaturas estão ameaçados. Essas duas discussões foram feitas em segredo pela Reitoria e pelo Conselho Diretor.
Para o representante do DA de História, Paulo Ferreira, o problema principal é que a direção da UCS não abriu aos estudantes espaço de participação nos debates das questões em pauta. Ele expôs, ainda, que o desconto, para as licenciaturas, foi uma conquista estudantil de 2006, por meio do Orçamento Universitário, e que, se efetivada, a sua retirada iria de encontro às condições financeiras da maior parte dos alunos.
Na mesma linha, o estudante de História Douglas Finger argumentou que certas decisões do Conselho Diretor da Universidade são tomadas sem o conhecimento das entidades que representam os estudantes. Segundo ele, tal atitude não condiz com o perfil de universidade comunitária. Em torno de 92% dos rendimentos da UCS advém das mensalidades. Dessa maneira, é um absurdo que os estudantes fiquem de fora das decisões sobre o orçamento e da prestação de contas, asseverou.
Um representante do DCE atual estava presente também e fez uma crítica muito tímida à Reitoria da UCS limitando-se a dizer que o corte de R$ 11 milhões nos gastos será insuficiente para garantir os investimentos necessários esse ano na UCS.
A posição da Movimentação é bastante clara, somos contra a retirada dos descontos para as Licenciaturas. Na nossa opinião essa não é uma reivindicação apenas econômica, ele é um incentivo para a formação de professores tão necessários para a construção de um país com melhores condições de vida.
A posição dos vereadores
A vereadora Geni Peteffi/PMDB, que participa da Comissão de Educação, considerou ser preciso ouvir as justificativas da universidade, para que a discussão avance. Também membro, Vinicius Ribeiro/PDT destacou que o fato de a universidade buscar novos critérios, na condução administrativa, não deve desencorajar aspectos como a procura pelas licenciaturas. Segundo ele, trata-se de demanda regional das instituições de ensino.
O vereador Marcos Daneluz/PT, que integra a referida Comissão, salientou que as mensalidades altas interferem, inclusive, na capacidade dos estudantes disputarem vagas no mercado de trabalho, em condições iguais aos acadêmicos de demais universidades.
Segundo Denise Pessôa/PT, as medidas da UCS, para frear os gastos, soam como retrocesso, nos avanços conquistados pela mobilização acadêmica. Ela defendeu a volta do orçamento universitário participativo.
Enquanto isso, Renato Oliveira/PCdoB enfatizou que a movimentação estudantil precisa continuar. Rodrigo Beltrão/PT chamou o Conselho Diretor da UCS à responsabilidade sobre a condução dos serviços da instituição, já que ele é o responsável pela escolha do reitor.
Ao término do encontro, Frizzo informou que tentará agendar um encontro com representantes da reitoria e do Conselho Diretor da Universidade.
Além do presidente Frizzo e dos parlamentares Geni, Daneluz e Vinicius, integra a Comissão de Educação o vereador Assis Melo/PCdoB.
Foto: Diego Netto
Texto: Redação do Blog com Assessoria de Comunicação da Câmara de Vereadores
E a Campanha continua
Foram já 4 dias de campanha para as eleições do DCE/UCS e as passagens em sala mostram que os estudantes estão indignados com a situação da UCS. A falta de democratização dos espaços internos da universidade, o aumento abusivo das mensalidades acima da inflação, um índice de 0% de investimentos, a retirada dos descontos para as licenciaturas e também por anunciar um corte de mais ou menos 200 professores. Vários alunos se mostraram indignados com a situação e relatam que o atual DCE nada fez contra todas as coisas que a Reitoria anunciou este ano.
Agora, ainda temos 1 semana de campanha e após, 3 dias de eleições. Ver o clima dos alunos quando a chapa Movimentação - Não Espera Acontecer é muito animador, e leva-nos a crer que o estudante quer mudança da atual situação da UCS.
Mas o Grupo Movimentação - Não Espera Acontecer nunca esperou de braços cruzados algo que a reitoria queria impôr, pelo contrário, o grupo sempre foi pró-ativo, com assembleias em vários centros, reuniões com alguns Diretórios Acadêmicos e mobilização de um ato contra o aumento das mensalidades. Fato esse, que em algumas salas, vários alunos se colocaram a favor do ato, dizendo que é uma forma de manifestação, e que as pessoas ainda possuem o direito de se manifestar. A aluna, foi contra os boatos em que alguns alunos dizem que ato é uma baderna.
Agora, ainda temos 1 semana de campanha e após, 3 dias de eleições. Ver o clima dos alunos quando a chapa Movimentação - Não Espera Acontecer é muito animador, e leva-nos a crer que o estudante quer mudança da atual situação da UCS.
Naiara Conterno - Enfermagem
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Comissão de Educação abordará o corte de gastos da UCS
Nesta terça-feira (09/11), às 14h, em sua reunião semanal, a Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, Cultura, Desporto e Turismo da Câmara Municipal de Caxias do Sul abrirá espaço para receber o Diretório Acadêmico do Curso de História da Universidade de Caxias do Sul (UCS). O presidente da Comissão, Elói Frizzo/PSB antecipa que o debate se voltará para o aumento, de 7,94%, a ser aplicado nas mensalidades da UCS, a partir de 2011. Disse que também será discutida a possibilidade do cancelamento do desconto, de 20%, aos estudantes dos cursos de licenciatura.
O reajuste e os cortes de gastos fazem parte das modificações propostas pela Reitoria da UCS, para a adequação à Lei da Filantropia, aprovada no Senado, em novembro de 2009. A referida legislação determina que as instituições filantrópicas ligadas à Educação apliquem 20% da receita anual em gratuidades da área de Ensino.
Frizzo informa que os representantes do Diretório Acadêmico virão à Câmara expor o problema e pedir o apoio do Legislativo.
A pauta da reunião de amanhã também prevê a participação do Trino Polo de Caxias do Sul. O Polo de Informática reúne empresas de diversos segmentos do setor no município. O grupo buscará o apoio dos vereadores para tentar resolver dificuldade no repasse de recursos, por meio de convênio com a prefeitura.
Além do presidente Frizzo, integram a Comissão de Educação os vereadores Assis Melo/PCdoB, Geni Peteffi/PMDB, Marcos Daneluz/PT e Vinicius Ribeiro/PDT.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Câmara de Vereadores
O reajuste e os cortes de gastos fazem parte das modificações propostas pela Reitoria da UCS, para a adequação à Lei da Filantropia, aprovada no Senado, em novembro de 2009. A referida legislação determina que as instituições filantrópicas ligadas à Educação apliquem 20% da receita anual em gratuidades da área de Ensino.
Frizzo informa que os representantes do Diretório Acadêmico virão à Câmara expor o problema e pedir o apoio do Legislativo.
A pauta da reunião de amanhã também prevê a participação do Trino Polo de Caxias do Sul. O Polo de Informática reúne empresas de diversos segmentos do setor no município. O grupo buscará o apoio dos vereadores para tentar resolver dificuldade no repasse de recursos, por meio de convênio com a prefeitura.
Além do presidente Frizzo, integram a Comissão de Educação os vereadores Assis Melo/PCdoB, Geni Peteffi/PMDB, Marcos Daneluz/PT e Vinicius Ribeiro/PDT.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Câmara de Vereadores
domingo, 7 de novembro de 2010
Um clima de movimentação continuará se espalhando pela UCS!
Na campanha para as eleições do DCE, nessa semana que passou, percebemos uma ótima receptividade dos e das colegas com quem tivemos a oportunidade de estar debatendo de forma crítica e propositiva a UCS. Ao apresentarmos nosso projeto de universidade democrática, de qualidade e voltada para a transformação da sociedade, notamos que vários/as colegas conhecem nossos propósitos, e também que existe uma grande adesão.
O conhecimento da realidade de nossa Universidade adquirido pelo constante debate, e participação ativa de nosso grupo nos espaços se alia a vontade de mudá-la e tem se tornado visível.
Além disso, temos uma boa representatividade de cursos em nossa chapa, o que percebemos tem proporcionado o diálogo com as diferentes demandas da universidade, imbricadas na realidade de cada curso e dos campi e núcleos.
Por isso, temos muitos apoios e outros vão surgindo a cada dia, e o nosso grupo vai crescendo. Nosso coletivo está bastante empolgado, mobilizado e organizado. Nessa segunda e última semana de campanha, estaremos buscando atingir o maior número de estudantes, em todos os espaços da vida acadêmica na UCS. Estaremos com novos materiais, com adesivos, faixas, camisetas e uma banca itinerante, para que possamos informar e divulgar de forma ampliada nossas propostas.
Concomitantemente estaremos participando de importantes ações para garantir interesses e permanência de conquistas estudantis, como os descontos das licenciaturas.
O grupo Movimentação – Chapa 1, não espera acontecer!
Agradecemos a todos e todas estudantes que estiveram debatendo a universidade nessa semana que passou, que dedicaram um tempo para ler nossos materiais, que nos fizeram questionamentos super importantes para qualificarmos nossas propostas. Agradecemos também aos/as docentes e estudantes que permitiram a utilização de um espaço em suas aulas para nos receber. E a campanha com clima de movimentação continua...
Além disso, é importante mencionar a importância do empenho de cada um/uma que vem se agregando a esse coletivo, se dedicando à campanha e acreditando na vitória dos/das estudantes da UCS para 2011!
Daniela Anunciação
DEMOCRACIA DE LUTO! O dia em que 8 valeram mais que 10 mil
Relembrar é preciso. Por isso estamos republicando uma matéria sobre as eleições para Reitor da UCS. Ela foi feita quando o Conselho Diretor negou, a comunidade universitária, o direito de decidir sobre seu próprio futuro. Junto está também um vídeo feito na época sobre o processo de escolha para reitor.
Nessa segunda, dia 29 de março, a democracia na UCS sofreu um duro golpe. O Conselho Diretor, formado por nove pessoas, optou por ignorar a opinião da Comunidade Acadêmica que consagrou como vencedora a Prof.ª Nilva Stedile com 50,17% dos votos. Participaram da Consulta 10.709 pessoas, entre professores, funcionários e estudantes. Na reunião de segunda, por maioria de 8 a 1, Zorzi foi reeleito ao cargo de Reitor da UCS. Essa decisão compromete o processo de democratização iniciado na UCS nos últimos anos, que tinha como centro a Eleição Direta para Reitor e a abertura do Conselho Diretor. Infelizmente o Conselho, de forma AUTORITÁRIA, não respeita a democracia, a transparência, e não respeita a opinião de quem constrói verdadeiramente a UCS: estudantes, professores e funcionários. A comunidade só conta na hora de pagar a conta ou de fazer marketing como “UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA”. PIADA!
Zorzi, nenhum compromisso com sua palavra
Zorzi entrou pra história da UCS, infelizmente não por bons motivos! Foi o primeiro reitor eleito pela Consulta, mas também o primeiro a desrespeitá-la, por interesse próprio. Sua principal proposta quando concorreu a reitor era a Eleições Direta para Reitor. Não fez! Parece que sua veia antidemocrática foi mais forte. Além disso, no debate desse ano com os e a candidata disse que seu voto (já que faz parte do Conselho) seria de quem vencesse a Consulta. Não votou na Nilva, mas nele mesmo! Agora só falta os PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS que não apoiaram o Zorzi serem DEMITIDOS! ESTAMOS DE OLHO! A ditaduira militar no Brasil acabou, mas na UCS suas características continuam! Esse é o Reitor que merecemos?
DCE CONTRA OS ESTUDANTES
Nesse processo não podemos deixar de falar do DCE. Vimos posturas atrapalhadas e suboridnadas à reitoria. O DCE não se colocou ao lado dos estudantes, pelo contrário, questionou a validade da Consulta e apoiou o atual Reitor. Mas será por quê? Em troca, reberam do Zorzi apoio ao show que custará mais de 70 mil reais. Uma vergonha o que o grupo DCE por Você fez com a entidade.Sua postura de apoiar Zorzi foi totalmente diferente da vontade dos estudantes, que em peso apoiaram Nilva para reitora.
CONSELHO DIRETOR
Sua opinião não vale nada para as oito pessoas que votaram em Zorzi. Na verdade só valemos pra pagar as contas da UCS través das mensalidades. Para decidir nos julgam incapazes. E pior, apenas o MEC que votou dividido (?) é que tem relação com a UCS, as outras entidades de nada contribuem, ou possuem relação com a UCS. A CIC por exemplo, que tem duas cadeiras, nunca contribuiu com um centavo. Veja quem são as pessoas que mandam em nossas vidas, mas que não querem saber nossa opinião:
Carlos Búrigo (suplente) - Prefeitura de Caxias do Sul
Paulo César Nodari - Mitra Deiocesa de Caxias do Sul
Ambrósio Bonalume (suplente) - Associação Fátima
João Paulo Reginatto - Câmara de Indústria e Comércio
Milton Corlatti - Câmara de Indústria e Comércio
Isidoro Zorzi - Reitor
Ildoino Pauletto - Gov. do Estado
Roque Grazziotin - Ministério da Educação
Quem votou à favor do resultado da Consulta:
Dep. Marisa Formolo - Ministério da Educação
Agora é a vez dos estudantes mostrarem sua indignação! FAÇA ALGUMA COISA, REBELE-SE! POR QUE NO FINAL A CONTA QUEM PAGA É VOCÊ!
Nessa segunda, dia 29 de março, a democracia na UCS sofreu um duro golpe. O Conselho Diretor, formado por nove pessoas, optou por ignorar a opinião da Comunidade Acadêmica que consagrou como vencedora a Prof.ª Nilva Stedile com 50,17% dos votos. Participaram da Consulta 10.709 pessoas, entre professores, funcionários e estudantes. Na reunião de segunda, por maioria de 8 a 1, Zorzi foi reeleito ao cargo de Reitor da UCS. Essa decisão compromete o processo de democratização iniciado na UCS nos últimos anos, que tinha como centro a Eleição Direta para Reitor e a abertura do Conselho Diretor. Infelizmente o Conselho, de forma AUTORITÁRIA, não respeita a democracia, a transparência, e não respeita a opinião de quem constrói verdadeiramente a UCS: estudantes, professores e funcionários. A comunidade só conta na hora de pagar a conta ou de fazer marketing como “UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA”. PIADA!
Zorzi, nenhum compromisso com sua palavra
Zorzi entrou pra história da UCS, infelizmente não por bons motivos! Foi o primeiro reitor eleito pela Consulta, mas também o primeiro a desrespeitá-la, por interesse próprio. Sua principal proposta quando concorreu a reitor era a Eleições Direta para Reitor. Não fez! Parece que sua veia antidemocrática foi mais forte. Além disso, no debate desse ano com os e a candidata disse que seu voto (já que faz parte do Conselho) seria de quem vencesse a Consulta. Não votou na Nilva, mas nele mesmo! Agora só falta os PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS que não apoiaram o Zorzi serem DEMITIDOS! ESTAMOS DE OLHO! A ditaduira militar no Brasil acabou, mas na UCS suas características continuam! Esse é o Reitor que merecemos?
DCE CONTRA OS ESTUDANTES
Nesse processo não podemos deixar de falar do DCE. Vimos posturas atrapalhadas e suboridnadas à reitoria. O DCE não se colocou ao lado dos estudantes, pelo contrário, questionou a validade da Consulta e apoiou o atual Reitor. Mas será por quê? Em troca, reberam do Zorzi apoio ao show que custará mais de 70 mil reais. Uma vergonha o que o grupo DCE por Você fez com a entidade.Sua postura de apoiar Zorzi foi totalmente diferente da vontade dos estudantes, que em peso apoiaram Nilva para reitora.
CONSELHO DIRETOR
Sua opinião não vale nada para as oito pessoas que votaram em Zorzi. Na verdade só valemos pra pagar as contas da UCS través das mensalidades. Para decidir nos julgam incapazes. E pior, apenas o MEC que votou dividido (?) é que tem relação com a UCS, as outras entidades de nada contribuem, ou possuem relação com a UCS. A CIC por exemplo, que tem duas cadeiras, nunca contribuiu com um centavo. Veja quem são as pessoas que mandam em nossas vidas, mas que não querem saber nossa opinião:
Carlos Búrigo (suplente) - Prefeitura de Caxias do Sul
Paulo César Nodari - Mitra Deiocesa de Caxias do Sul
Ambrósio Bonalume (suplente) - Associação Fátima
João Paulo Reginatto - Câmara de Indústria e Comércio
Milton Corlatti - Câmara de Indústria e Comércio
Isidoro Zorzi - Reitor
Ildoino Pauletto - Gov. do Estado
Roque Grazziotin - Ministério da Educação
Quem votou à favor do resultado da Consulta:
Dep. Marisa Formolo - Ministério da Educação
Agora é a vez dos estudantes mostrarem sua indignação! FAÇA ALGUMA COISA, REBELE-SE! POR QUE NO FINAL A CONTA QUEM PAGA É VOCÊ!
sábado, 6 de novembro de 2010
Movimentação a todo vapor!
Nossa campanha invade a cidade universitária. Nas salas, corredores, paradas e nos intervalos, os debates a cerca da UCS e do DCE aumentam a cada dia. Vemos que os estudantes desejam participar deste processo e diversos já anunciaram apoio à Chapa 1 – Movimentação “Não Espera Acontecer”. Em sala, os debates se acirram, pois os estudantes não aceitam as medidas arbitrárias tomadas pela reitoria, principalmente o aumento abusivo das mensalidades e o fim dos descontos para as licenciaturas. Outra questão bastante debatida é a composição do Conselho Diretor, que para os estudantes já não representa a diversidade da comunidade. A reitoria pensou que iríamos baixar a cabeça, mas o que percebemos a crescente mobilização dos estudantes, que com certeza refletirá no resultado das urnas em favor da Chapa 1 Movimentação.
Diogo Martinelli e Paulo Amaro Ferreira
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Movimentação defende desconto para as licenciaturas
A Chapa 1 - Movimentação, não espera acontecer, está atenta as demandas de nossos colegas que cursam licenciaturas. Foi com muita luta, quem em 2006, os estudantes conquistaram o desconto de 20%, agora esse desconto está ameaçado e o que é pior a atual gestão do DCE não faz nada quanto a isso.
Por isso estamos fazendo, durante o processo eleitora, uma mobilização com os estudantes desses cursos. Construímos propostas exclusivas para os estudantes de licenciatura (veja panfleto) juntamente com um abaixo assinado. Reproduzimos abaixo o texto que está no panfleto. Se você quiser ajudar recolhendo assinaturas, baixe o formulário, passe para seus colegas e entregue para algum integrante da Chapa Movimentação.
A valorização da educação é ponto comum nos discursos de qualquer pessoa, inclusive da Reitoria da UCS. Entretanto, as ações tomadas este ano pelo Reitor e pelo Conselho Diretor da Fundação Universidade de Caxias do Sul (FUCS), estão na contra-mão deste discurso. Principalmente o fim dos descontos para as licenciaturas, anunciados recentemente.
Os descontos para os cursos de licenciatura foram conquistados no final de 2006, a partir de assembléias realizadas entre os estudantes. Realizamos discussões para apontar as prioridades de cada Centro da UCS, num processo que chamamos de Orçamento Universitário, onde os descontos foram apontados como prioridade. O objetivo é incentivar a formação dos profissionais de educação, que já são bastante desvalorizados pelos baixos salários e péssimas condições de trabalho. Por isso, essa discussão não é meramente financeira, como propõe o Reitor Isidoro Zorzi. Nós não encaramos os descontos como um prejuízo, mas sim como um investimento da nossa universidade na educação e um incentivo para que nós não desistamos desta profissão fundamental para a transformação da nossa sociedade.
Nossa conquista em 2006, através de muita luta, não pode agora ser retirada. A atual gestão do DCE não se mobilizou para defender a manutenção do descontos. Fomos nós, a Movimentação, com a participação de diversos estudantes, que saímos de nossas salas de aula para afirmar que queremos manter esta política de valorização dos educadores. Por isso, convidamos a todos estudantes para construir com a gente mais essa luta vitoriosa.
Propomos:
Por isso estamos fazendo, durante o processo eleitora, uma mobilização com os estudantes desses cursos. Construímos propostas exclusivas para os estudantes de licenciatura (veja panfleto) juntamente com um abaixo assinado. Reproduzimos abaixo o texto que está no panfleto. Se você quiser ajudar recolhendo assinaturas, baixe o formulário, passe para seus colegas e entregue para algum integrante da Chapa Movimentação.
Contra a retirada do desconto das licenciaturas
A valorização da educação é ponto comum nos discursos de qualquer pessoa, inclusive da Reitoria da UCS. Entretanto, as ações tomadas este ano pelo Reitor e pelo Conselho Diretor da Fundação Universidade de Caxias do Sul (FUCS), estão na contra-mão deste discurso. Principalmente o fim dos descontos para as licenciaturas, anunciados recentemente.
Os descontos para os cursos de licenciatura foram conquistados no final de 2006, a partir de assembléias realizadas entre os estudantes. Realizamos discussões para apontar as prioridades de cada Centro da UCS, num processo que chamamos de Orçamento Universitário, onde os descontos foram apontados como prioridade. O objetivo é incentivar a formação dos profissionais de educação, que já são bastante desvalorizados pelos baixos salários e péssimas condições de trabalho. Por isso, essa discussão não é meramente financeira, como propõe o Reitor Isidoro Zorzi. Nós não encaramos os descontos como um prejuízo, mas sim como um investimento da nossa universidade na educação e um incentivo para que nós não desistamos desta profissão fundamental para a transformação da nossa sociedade.
Nossa conquista em 2006, através de muita luta, não pode agora ser retirada. A atual gestão do DCE não se mobilizou para defender a manutenção do descontos. Fomos nós, a Movimentação, com a participação de diversos estudantes, que saímos de nossas salas de aula para afirmar que queremos manter esta política de valorização dos educadores. Por isso, convidamos a todos estudantes para construir com a gente mais essa luta vitoriosa.
Propomos:
- Manutenção dos Descontos para Licenciaturas
- Participação dos Estudantes na construção das Semanas das Licenciaturas
- Eleições para Coordenador de Curso, Diretor de Centro, e Reitor
- Pela qualificação dos professores
- Discussão da grade curricular de cada curso com a participação dos estudantes
- Orçamento Universitário (OU): Para discutirmos o orçamento da UCS e apontarmos as prioridades de investimentos
- Congresso Estatuinte: Para reformarmos as estruturas arcaicas da nossa universidade
- Contra o aumento abusivo das mensalidades
- Vagas para filhos de estudantes na escola infantil da UCS
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
UCS deve arcar com custos de diploma
O juiz federal Marcelo Krás Borges, da Vara Federal de Bento Gonçalves, julgou no dia 29 procedente a ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF) contra a UCS (Universidade de Caxias do Sul).
A Universidade cobrava taxa referente ao registro ou expedição de diplomas de seus formandos. O MPF alegou que a cobrança seria ilegal, dado que o diploma integra a prestação do serviço educacional oferecido pela instituição, e que sua expedição não poderia ser cobrada à parte.
O MPF defendeu também que os diplomas expedidos pelas instituições de ensino superior devem ser por elas registrados. Alegou, ainda, que o registro e a expedição deles é apenas uma consequência natural do serviço prestado pela Universidade.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) pacificou a matéria. Alegou que as universidades privadas não podem cobrar tarifa pela colação de grau ou expedição de diploma, baseando-se no inciso do II do artigo 535 do CPC, que define os serviços incluídos na mensalidade paga pelo aluno.
O juiz federal Borges deferiu pedido de antecipação dos efeitos de tutela, determinando a suspensão destas taxas. Por fim, a ré ficou encarregada de arcar com os custos materiais de expedição e registro de diplomas.
Fonte: Jus Brasil Notícias
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