A União Nacional dos Estudantes é a entidade que representa todos os estudantes do país. Participar do CONUNE é mais do que eleger uma nova diretoria para a entidade. A Movimentação acredita que o Congresso é um importante espaço para troca de experiências, por isso nossa chapa apresenta colegas dos mais diversos cursos.
Poder conhecer outras realidades e apresentar o que estamos fazendo aqui é uma das melhores maneiras de avançarmos no movimento estudantil da UCS.
Universidades Comunitárias
Está na Câmara dos Deputados um projeto de lei que busca criar um marco regulatório para as Universidades Comunitárias, como a UCS. Entendemos que esse projeto é importante desde que ele preveja processos que garantam a participação, real, da comunidade nas decisões da universidade. Por isso propomos: Eleições diretas para as chefias acadêmicas (Reitor, Direção de Centro e Coordenador de Curso); Paridade nos Conselhos Superiores (estudantes, professores, funcionários e reitoria devem ter o mesmo peso); estabelecimento de outros espaços de decisão, por exemplo, assembleias de unidade.
Assistência Estudantil
São claras as demandas da MOVIMENTAÇÃO. Casa do Estudante, Restaurante Universitário, Transporte Público de qualidade. Mas não podemos ver Assistência Estudantil somente sendo isso. Queremos implementar políticas que garantam a entrada e permanência na Universidade de uma parcela significativa da população. Estamos na Luta para 10% do PIB e 50% do fundo social do pré sal para a educação. Vendo assim uma esperança de uma sociedade justa e igualitária.
Orçamento Universitário
Pagamos, e pagamos caro para estudar na UCS. De todo o valor arrecadado somos responsáveis por mais de 90%. Entretanto decidimos muito pouco quando o assunto é investimentos. Na UCS construímos uma forma de discutir os investimentos com toda a comunidade, o Orçamento Universitário. Já há vários grupos na UNE que assimilaram a nossa propostas, queremos retomar essa discussão para consolidá-la ainda mais.
Saúde

Queremos levar um debate que o NASUCS (Núcleo de Acadêmicos da Saúde da UCS) está fazendo. Defendemos a regulamentação da Emenda Constitucional 29 que estabelece mais recursos para saúde. Também vamos reivindicar que Estados e Municípios invistam os percentuais mínimos constitucionais na saúde (15 e 12%, respectivamente).
Mulheres nos espaços de poder
Nas universidades as mulheres são maioria, porém nos espaços de decisão do movimento estudantil isso não se repete, na UCS apenas 3 mulheres ocuparam a presidência do DCE. O conselho diretor da FUCS não tem nenhuma mulher, assim como nenhuma mulher é pró reitora. Por isso defendemos: a participação das mulheres em todos os espaços de decisão, a abertura de vagas na Creche Universitária para filhos de mães estudantes, contra a mercantilização dos corpos e vidas das mulheres e por uma educação não sexista e inclusiva.
Ações Afirmativas
Precisamos construir uma universidade diversa e plural, que mesmo identificando diferenças, abrigue a todos e todas. Durante décadas os bancos universitários foram ocupados por uma maioria branca, filhos das elites financeiras do país. Com o estabelecimento das cotas raciais e sociais nas universidades e com o ProUni agora o preto, o pobre, o indígena também está alcançando a oportunidade de uma educação de qualidade que lhe dê condições de prosperar.
Combate à homofobia
A aprovação da união homoafetiva é um marco no estabelecimento da igualdade entre as pessoas no país. Mas ainda falta muito. Defendemos a aprovação da PLC 122/06 que criminaliza a homofobia.
Está na Câmara dos Deputados um projeto de lei que busca criar um marco regulatório para as Universidades Comunitárias, como a UCS. Entendemos que esse projeto é importante desde que ele preveja processos que garantam a participação, real, da comunidade nas decisões da universidade. Por isso propomos: Eleições diretas para as chefias acadêmicas (Reitor, Direção de Centro e Coordenador de Curso); Paridade nos Conselhos Superiores (estudantes, professores, funcionários e reitoria devem ter o mesmo peso); estabelecimento de outros espaços de decisão, por exemplo, assembleias de unidade.Assistência Estudantil
São claras as demandas da MOVIMENTAÇÃO. Casa do Estudante, Restaurante Universitário, Transporte Público de qualidade. Mas não podemos ver Assistência Estudantil somente sendo isso. Queremos implementar políticas que garantam a entrada e permanência na Universidade de uma parcela significativa da população. Estamos na Luta para 10% do PIB e 50% do fundo social do pré sal para a educação. Vendo assim uma esperança de uma sociedade justa e igualitária.Orçamento Universitário
Pagamos, e pagamos caro para estudar na UCS. De todo o valor arrecadado somos responsáveis por mais de 90%. Entretanto decidimos muito pouco quando o assunto é investimentos. Na UCS construímos uma forma de discutir os investimentos com toda a comunidade, o Orçamento Universitário. Já há vários grupos na UNE que assimilaram a nossa propostas, queremos retomar essa discussão para consolidá-la ainda mais.Saúde

Queremos levar um debate que o NASUCS (Núcleo de Acadêmicos da Saúde da UCS) está fazendo. Defendemos a regulamentação da Emenda Constitucional 29 que estabelece mais recursos para saúde. Também vamos reivindicar que Estados e Municípios invistam os percentuais mínimos constitucionais na saúde (15 e 12%, respectivamente).
Mulheres nos espaços de poder
Nas universidades as mulheres são maioria, porém nos espaços de decisão do movimento estudantil isso não se repete, na UCS apenas 3 mulheres ocuparam a presidência do DCE. O conselho diretor da FUCS não tem nenhuma mulher, assim como nenhuma mulher é pró reitora. Por isso defendemos: a participação das mulheres em todos os espaços de decisão, a abertura de vagas na Creche Universitária para filhos de mães estudantes, contra a mercantilização dos corpos e vidas das mulheres e por uma educação não sexista e inclusiva.Ações Afirmativas
Precisamos construir uma universidade diversa e plural, que mesmo identificando diferenças, abrigue a todos e todas. Durante décadas os bancos universitários foram ocupados por uma maioria branca, filhos das elites financeiras do país. Com o estabelecimento das cotas raciais e sociais nas universidades e com o ProUni agora o preto, o pobre, o indígena também está alcançando a oportunidade de uma educação de qualidade que lhe dê condições de prosperar.Combate à homofobia
A aprovação da união homoafetiva é um marco no estabelecimento da igualdade entre as pessoas no país. Mas ainda falta muito. Defendemos a aprovação da PLC 122/06 que criminaliza a homofobia.