Mulheres na Universidade
A sociedade contemporânea demonstra uma falsa igualdade, como se já estivéssemos superado o machismo, mas a realidade de vida das mulheres demonstra diariamente que ainda estão presentes.
Constituiu-se no passado o papel social reservado aos gêneros, no qual os homens são educados para os espaços públicos, enquanto provedor da família, viril e racional; e as mulheres nos espaços privados, exercendo funções de zelo, fragilidade e tarefas do lar.
É necessário romper com esta lógica de pré-determinação dos lugares sociais de homens e mulheres, que acaba reproduzindo vícios machistas e contribui para manter a exploração, a “coisificação” e a opressão às mulheres. Os desafios não se resumem a ingressar nessas áreas consideradas masculinas, mas de reverter a essência dessa concepção que tem raízes profundas e históricas.
Enquanto as mulheres não se auto-organizarem enquanto sujeitos políticos, sua própria libertação fica comprometida. Afinal, direitos não são presentes, são conquistas! Para que, de fato, caminhemos rumo a uma sociedade igualitária, livre de opressões de gênero, raça ou classe.
Nas universidades as vagas, em sua maioria, são ocupadas por mulheres e esta emancipação social e econômica insere as mulheres numa tripla jornada (estudos, trabalho e cuidar do lar).
Nos fóruns estudantis, desde os eventos nacionais até os localizados, é importante que o debate de gênero seja estimulado é necessário um constante olhar feminista sobre a universidade, estando atentas:
Ações Afirmativas / É preciso enegrecer a universidade.
Lutamos por uma universidade popular e com ampla participação social, melhorando e influenciando a vida em comunidade. Além disso, precisamos construir uma universidade diversa e plural, que mesmo identificando diferenças, abrigue a todos e todas. Entender que o eixo que estruturou o capitalismo no Brasil foi o trabalho escravo majoritariamente negro é
importante para identificarmos onde atacar o ciclo vicioso de manutenção do poder das elites. Estamos superando o déficit de década onde as cadeiras da academia eram ocupadas por sua imensa maioria branca, filhos das classes dominantes do país, que ali formadas, sempre ocuparam as posições dirigentes da nação. O povo preto, e indígena também quer poder!
UNE: Na luta pela defesa e pelos direitos homoafetivos!
A aprovação da união homoafetiva é um marco de resistência heróica de pessoas que nunca calaram diante das opressões, apesar da conquista a muito ainda a ser alcançar, como a aprovação da PLC 122-06 que criminaliza a homofobia. A universidade também tem um papel fundamental para a luta dos direitos humanos. Tivemos um significativo avanço na luta pela cidadania LGBTT, criando mecanismos de participação e protagonizando vários debates dentro e fora da universidade, porém precisamos fomentar a importância de pesquisas e formulações teóricas sobre as políticas públicas LGBTT no Brasil e superação da homofobia, do sexismo e da heteronormatividade. Defendemos uma universidade livre de preconceitos e opressões, onde as pessoas tenham direito de expressar sua sexualidade para a construção de um mundo libertário.
A sociedade contemporânea demonstra uma falsa igualdade, como se já estivéssemos superado o machismo, mas a realidade de vida das mulheres demonstra diariamente que ainda estão presentes.
Constituiu-se no passado o papel social reservado aos gêneros, no qual os homens são educados para os espaços públicos, enquanto provedor da família, viril e racional; e as mulheres nos espaços privados, exercendo funções de zelo, fragilidade e tarefas do lar.
É necessário romper com esta lógica de pré-determinação dos lugares sociais de homens e mulheres, que acaba reproduzindo vícios machistas e contribui para manter a exploração, a “coisificação” e a opressão às mulheres. Os desafios não se resumem a ingressar nessas áreas consideradas masculinas, mas de reverter a essência dessa concepção que tem raízes profundas e históricas.
Enquanto as mulheres não se auto-organizarem enquanto sujeitos políticos, sua própria libertação fica comprometida. Afinal, direitos não são presentes, são conquistas! Para que, de fato, caminhemos rumo a uma sociedade igualitária, livre de opressões de gênero, raça ou classe.
Nas universidades as vagas, em sua maioria, são ocupadas por mulheres e esta emancipação social e econômica insere as mulheres numa tripla jornada (estudos, trabalho e cuidar do lar).
Nos fóruns estudantis, desde os eventos nacionais até os localizados, é importante que o debate de gênero seja estimulado é necessário um constante olhar feminista sobre a universidade, estando atentas:
- aos projetos pedagógicos dos cursos, visando a educação não sexista, o ensino deve servir a emancipação das consciências, deve servir à extinção de toda forma de preconceito e discriminação. ;
- às expressões de violência que muitas vezes aparecem de forma singela reproduzindo a opressão de gênero;
- ao direcionamento do movimento estudantil, principalmente para que incorpore as bandeiras feministas;
- à mercantilização das mulheres, dos seus corpos e da sua vida;
- abertura de vagas na Creche Universitária da UCS, para as mães e pais estudantes, como política de Assistência Estudantil;
- às relações de poder que se constroem na universidade (participação das mulheres nos espaços de poder e decisão;
- a luta das mulheres por autonomia denunciando o controle dos homens, Estado, instituições religiosas e mercado sobre o corpo e a sexualidade feminina.
- a imposição de um padrão de beleza e feminilidade;
- imposição da maternidade como destino natural e obrigatório.
Ações Afirmativas / É preciso enegrecer a universidade.
Lutamos por uma universidade popular e com ampla participação social, melhorando e influenciando a vida em comunidade. Além disso, precisamos construir uma universidade diversa e plural, que mesmo identificando diferenças, abrigue a todos e todas. Entender que o eixo que estruturou o capitalismo no Brasil foi o trabalho escravo majoritariamente negro é
importante para identificarmos onde atacar o ciclo vicioso de manutenção do poder das elites. Estamos superando o déficit de década onde as cadeiras da academia eram ocupadas por sua imensa maioria branca, filhos das classes dominantes do país, que ali formadas, sempre ocuparam as posições dirigentes da nação. O povo preto, e indígena também quer poder!
UNE: Na luta pela defesa e pelos direitos homoafetivos!
A aprovação da união homoafetiva é um marco de resistência heróica de pessoas que nunca calaram diante das opressões, apesar da conquista a muito ainda a ser alcançar, como a aprovação da PLC 122-06 que criminaliza a homofobia. A universidade também tem um papel fundamental para a luta dos direitos humanos. Tivemos um significativo avanço na luta pela cidadania LGBTT, criando mecanismos de participação e protagonizando vários debates dentro e fora da universidade, porém precisamos fomentar a importância de pesquisas e formulações teóricas sobre as políticas públicas LGBTT no Brasil e superação da homofobia, do sexismo e da heteronormatividade. Defendemos uma universidade livre de preconceitos e opressões, onde as pessoas tenham direito de expressar sua sexualidade para a construção de um mundo libertário.
Nenhum comentário:
Postar um comentário